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sexta-feira, 23 de julho de 2010

O que de melhor se faz nas áreas da requalificação urbana, arquitectura e design na II «Projecto Casa»








O que de melhor e mais inovador se faz nas áreas da reabilitação urbana, design e arquitectura serão os temas centrais da II Projecto Casa – Evento de Arquitectura e Design», que decorre na Exponor, Matosinhos, entre os dias 25 e 28 de Novembro.

Este certame, com periodicidade bienal, esteve inicialmente previsto para se realizar em Setembro, mas para a concretização do ambicioso programa da feira foi decidido adiá-lo para os dias 25 a 28 de Novembro. O facto de esta altura ser propícia a vendas e a chegada de dezenas de compradores estrangeiros ligados ao design de interiores estiveram na origem desta decisão da organização.

A Projecto Casa regressa ao recinto de exposições do Norte, depois de na primeira edição ter registado a presença de 20 mil visitantes, a maioria deles público profissional, como arquitectos, designers, engenheiros e decoradores. “O principal objectivo desta iniciativa é o de se afirmar como um evento distinto, ímpar, que aposta na qualidade e excelência, refere Carla Maia, da organização do evento, acrescentando que “os promotores serão incentivados a apresentarem as suas propostas, relacionando-as com as novas tendências do design e da arquitectura, com produtos arrojados, quebrando conceitos tradicionais de espaços”.

Numa altura em que se fala com insistência na necessidade de apostar na requalificação urbana como o motor de desenvolvimento de um sector da construção que sente os efeitos da crise económica, este segmento vai merecer especial atenção nesta «Projecto Casa», mormente na vertente da requalificação dos edifícios e do regresso das pessoas ao centro das cidades. “A Projecto Casa visa apresentar opções viáveis para as empresas, uma vez que o segmento da reabilitação urbana não atinge quatro por cento no total da actividade, muito aquém do que acontece na realidade europeia”, sublinha Carla Maia.

Dados diferenciadores

Ü O envolvimento da Ordem dos Arquitectos no evento é um factor distintivo desta feira em comparação com as suas congéneres. Na «Projecto Casa» marcará presença um espaço de exposição composto exclusivamente por gabinetes de arquitectura, onde participarão dezenas de profissionais. Denominado «Procura Arquitecto», este projecto procura aproximar a arquitectura do público em geral, possibilitando a divulgação e a promoção dos seus serviços.

Ü Presença de dezenas de designers, das diversas áreas, numa óptica de divulgação e promoção dos seus serviços

Ü Realização de actividades dinamizadoras, nomeadamente realização de um concerto, exposição sobre a temática retro/vintage, com grande enfoque na temática da requalificação e reabilitação

Ü Exposição dedicada à requalificação e reabilitação, com a projecção de obras requalificadas que primam pela qualidade

Ü Duas exposições temáticas: Máquinas Fotográficas Retro e Requalificação do Centro Histórico do Porto, com a colaboração do Centro Português de Fotografia

Ü Recriação do Mercado Porto Belo, realizado habitualmente na Praça Carlos Alberto, no recinto da Projecto Casa

Ü Recriação de um espaço habitacional de génese biónica destinado a um casal de idosos
ÜExposição desenvolvida pelo grupo de finalistas do Instituto Politécnico de Viseu sob a temática da arquitectura. Elaboração de uma área lounge, colocando em evidência um dos temas centrais do evento retro/vintage.

ÜLAB HABITAT Espaços interiores experimentais representativos de novos conceitos e de novas formas de habitar, uma actividade desenvolvida pela ESARTE – Curso de Design de Interiores e Equipamento

ÜConferência sob a temática da requalificação, com convidados de renome, nomeadamente na área da arquitectura

Ü10 (Es) Passos – recriação de 10 espaços, numa simbiose de produtos/marcas/designers/decoradores. Em locais distintos do evento, poderão ser encontradas soluções criativas e inovadoras no que respeita ao design e aos materiais.

ÜRetro – Exposição organizada pelo curso de design da ESEIG – Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão, do Instituto Politécnico do Porto.

Para informações suplementares colocamo-nos, desde já, ao dispor através dos seguintes contactos:

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Quinzenas do produtor no Bull&Bear mostram novas receitas acompanhadas de vinhos de excelência







O produtor duriense Maritávora é o convidado das Quinzenas do Produtor do restaurante bbgourmet Bull&Bear, até 3 de Agosto. Esta é uma iniciativa que vem decorrendo desde Abril e que tem levado muitos amantes do conceito gourmet até ao restaurante para degustar as melhores receitas acompanhadas dos melhores vinhos.
Desta vez, o bbgourmet sugere algumas receitas novas para este menu. Entre elas o Peito de Vitela assada com salteado de legumes, acompanhado de um Maritávora Tinto 2006. Do repasto fazem ainda parte uma Dourada tépida em Porto e Soja, com Maritávora Branco 2008 e um Risotto de sapateira, com Maritávora Reserva Branco. Para sobremesa mais uma receita nova com o cunho da chef Cristina São Pedro: Chocolate negro com Texturas de framboesa e Mousse de iogurte.
O preço do menu é de 25 euros mais o flight de vinhos, que custa 12 euros. As reservas podem ser feitas através do telefone 226 107 669. Durante esta "Quinzena", os clientes que frequentam os restaurantes bbgourmet Maiorca e Bull&Bear poderão levar uma garrafa (Take a Bottle Home) para casa a preço de garrafeira. Os preços são os seguintes: Maritávora Branco 2008 Douro DOC , 8 euros; Maritávora Reserva Branco, 27,50€; Maritávora Tinto 2006, 27,50€, Maritávora Reserva Tinto 2007,9,00 euros.
O bbgourmet Bull&Bear pretende ao longo desta iniciativa convidar quarenta produtores de vinhos para realizar juntamente com o restaurante as «Quinzenas do produtor». Por um preço médio de 40 euros, pode degustar uma refeição gourmet constituída por uma entrada fria, um prato de peixe, um prato de carne e uma sobremesa, acompanhados dos melhores vinhos do produtor convidado para os quinze dias em questão.
Esta é mais uma realização do restaurante no sentido de «democratizar» o epíteto gourmet, sem perder a elegância a que o conceito está associado. Esta possibilidade de degustação de refeições requintadas com vinhos de excelência a um preço convidativo é mais um factor que coloca o restaurante como um dos melhores espaços gourmet da cidade do Porto, posicionando-se num registo requintado, mas despretensioso.
Situado na Avenida da Boavista, na zona do edifício Aviz e do mais prestigiado núcleo de negócios da cidade do Porto, o restaurante bbgourmet Bull&Bear foi alvo de uma grande remodelação em Setembro de 2009, para responder às solicitações cada vez mais exigentes por parte do seu target de clientes. Trata-se de um espaço que apresenta uma vasta e diversificada oferta gastronómica de cunho português e mediterrânico, respeitando os processos de confecção mais tradicionais, com recurso aos ingredientes de melhor qualidade. Oferece ementas de pequenos-almoços, almoços rápidos para o cliente quotidiano, mas também almoços executivos, jantares e ceias tardias.
Com capacidade para 80 lugares sentados e uma esplanada, o bbgourmet Bull&Bear está aberto das 08h00 às 23h00, de segunda a quinta-feira, e das 08h30m às 01h00 à sexta-feira e ao sábado.

O bbgourmet Bull&Bear foi considerado pela revista Exame como um dos doze melhores restaurantes de Portugal, Garfo de Ouro nos guias publicados pelo jornal Expresso e seleccionado como um dos 25 melhores da Europa pelo Financial Times.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Quinta do Portal e Liberalia Enológica trabalham na produção de vinho ibérico





A Quinta do Portal e a Liberalia Enológica, produtoras de vinho sediadas em terras do Douro dos dois lados da fronteira, pretendem reforçar a parceria estabelecida em 2005 com a criação de um novo néctar produzido através de quatro castas oriundas dos dois lados da fronteira.

Esta parceria estratégica já ofereceu ao mercado o vinho Duradero, produzido com a mesma variedade de uvas, mas que detém nomes distintos: Tinta Roriz e Tinta de Toro. Um exemplo cabal de boa relação transfronteiriça, que se baseia num legado histórico comum, sendo o Douro uma fonte de elaboração de produtos vinícolas de excelência, e que apresenta excelentes resultados casando as suas diversas origens. Nota disso mesmo foram as excelentes pontuações alcançadas por este vinho na imprensa especializada, não só dos dois países, mas de todo o mundo.

O Duradero, um vinho que apresenta uma intensa cor violeta e aromas de fruto preto, bastante equilibrado, com taninos pujantes, excelente fruta na boca e enriquecido com notas de tosta, já brindou às suas origens ibéricas ao mais alto nível. Na Cimeira Ibérica que teve lugar em Janeiro de 2009, em Zamora, terra onde está sedida a Liberalia Enológica, os chefes de Governo de Portugal e Espanha selaram com Duradero os acordos alcançados nesse encontro.

No passado mês de Julho, responsáveis das duas adegas encontraram-se na zona onde nasce o imenso Douro, nos picos de Urbión, a uma altitude de 2 140 metros, para maturar o projecto. Num acto simbólico, os enólogos Paulo Coutinho e Silvia Garzia irmanaram os dois vinhos utilizados no blend Duradero, na presença do director da Estação Enológica de Castilla Y Leon.

A Quinta do Portal aposta no conceito de «boutique winery», produzindo vinhos DOC Douro, Porto, Moscatel e espumantes enquanto a Liberalia Enológica é uma casa familiar que produz a partir de vinhedos com idades entre os 30 e os 100 anos.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Colecção de Verão da «West Coast» apresenta calçado leve, casual e prático












Leve, casual e prática assim é a colecção de calçado brasileira da West Coast, indicada para o quotidiano ou para uma happy hour nocturna. Calçado confortável e versátil que chega a Portugal pela mão da CDP – Calçado de Portugal.



A West Coast, representada em Portugal pela CDP - Calçado de Portugal, disponibiliza um conjunto de ténis e sandálias capaz de responder às necessidades do homem contemporâneo urbano, com uma escolha diversificada e com soluções para todas as ocasiões do dia-a-dia.

Leve, casual e prática assim se pode classificar esta colecção, indicada para esta época mais quente que atravessamos. Os modelos de sandálias da West Coast, como as «Capri» ou as «Raw Style», conferem conforto ao seu caminhar, fazendo-o sentir à-vontade, num misto de leveza e rusticidade.

No que respeita aos ténis, o conceito casual aliado à necessidade de aventura levaram a marca a criar modelos confortáveis e versáteis que podem ser usados no quotidiano em qualquer situação, sendo a colecção composta por exemplares com cores discretas e de combinação fácil.

A West Coast foi fundada em Outubro de 1987, tendo surgido como uma marca de calçado disposta a inovar. No Brasil, os consumidores passaram rapidamente a seguidores, tornando-a numa marca de culto. Os seus visuais jovens, contemporâneos e urbanos, pensados segundo as necessidades dos dias de hoje, impuseram-se no mercado, levando à consolidação da marca como uma referência do sector no mercado brasileiro.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

«Caves Transmontanas» e «Quanta Terra» fazem chegar ao mercado cinco novos néctares!

















A empresa produtora de vinhos, «Caves Transmontanas», localizada no Douro, lançou no mercado, no início deste mês de Julho, os seus mais recentes néctares. São eles: «Vértice espumante Gouveio 2005»; «Vértice espumante Rosé 2009» e «Vértice Tinto Grande Reserva 2008». Também em estreia, foram apresentados o «Terra a Terra Branco Reserva 2009» e o «Terra a Terra Tinto Reserva 2007», estes dois últimos da empresa, também duriense, «Quanta Terra».

«Caves Transmontanas» e «Quanta Terra» fazem chegar ao mercado cinco novos néctares!

A história das «Caves Transmontanas» começa no início da década de 80, num ambicioso projecto de produção de vinhos espumantes de qualidade pelo método clássico na Região Demarcada do Douro mais concretamente no planalto de Alijó (Cimo Corgo)

Os primeiros vinhos espumantes vieram para o mercado na década de 90 e, no início da década seguinte, era já uma das marcas de maior notoriedade no segmento premium dos espumantes portugueses.
Hoje, «Vértice», mais do que uma das melhores marcas de espumantes portugueses, é também uma marca de referência nos vinhos D.O.C. Douro.
Assim, e com a chancela de qualidade de uma das mais antigas regiões demarcadas do mundo, mais propriamente o Cimo Corgo, o «Vértice espumante Gouveio 2005», feito em exclusivo da nobreza da casta Gouveio, teve vinificações de 50% em inox, a uma temperatura compreendida entre os 13 e 16º C com o intuito de enaltecer os aromas primários, e os restantes 50% em barricas de carvalho francês (usadas) de 225 litros durante cerca de 30 dias. O estágio da segunda fermentação em garrafa decorreu durante um período de 48 meses (autólise) contribuindo desta forma para um carácter/personalidade muito próprio
Das castas Touriga Franca (70%), Malvasia Fina (20%) e Gouveio (10%) chega o «Vértice espumante Rosé 2009». Trata-se de um espumante cujas uvas antes de serem prensadas foram submetidas a um choque térmico (8ºC), com o intuito de evitar uma maior extracção fenólica. Este néctar teve vinificações por casta, a uma temperatura compreendida entre os 13 e 16º C. A intenção foi a de enaltecer os aromas primários.
Outro grande vinho que agora chega ao mercado é o «Vértice Tinto Grande Reserva 2008». Composto pelas castas Touriga Nacional, Tinta Franca e Tinta Roriz, este néctar apresenta um aroma cheio de juventude, intenso e vinoso a fruto de ameixa e amora. Com excelentes taninos na boca, maduros e finos, mostra-se harmonioso no equilíbrio entre poder e elegância. Tendo estagiado 20 meses em barricas de carvalho francês, este néctar é excelente para acompanhar pratos de caça, bem como toda a cozinha tradicional transmontana.

Empresa «Quanta Terra» mostra
os seus «Terra a Terra» branco e tinto!

Conscientes de que o “Carácter” do vinho é determinado pelo terroir e que a qualidade é determinada pelo Homem, os enólogos Jorge Alves e Celso Pereira, iniciaram um programa de selecção de solos, localização de vinhas, enxertos, exposição, altitude, inclinação, castas, idade da vinha, rendimento, etc., em várias propriedades localizadas no Cimo Corgo e Douro Superior. A maioria acabou por ser rejeitada, por não cumprirem os parâmetros previamente estabelecidos. Desta selecção ficou a Quinta do Tralhão onde, desde 1999, a «Quanta Terra, Sociedade de Vinhos, Lda», produz os Douro D.O.C. «Quanta Terra».
«Terra a Terra Branco Reserva 2009» é o primeiro dos dois vinhos que a empresa «Quanta Terra» faz agora chegar ao mercado. Este branco foi fermentado em barrica, com as notas da tosta a surgirem na proporção certa, permitindo a expressão da fruta. Ligeira mineralidade surge aqui associada a alguma expressão de fruto tropical. Boa acidez que lhe é proporcionada pela altitude das vinhas. Tem um perfil muito agradável na boca, redondo e macio, com as notas amendoadas a surgirem no final, tostado e bastante agradável.
Das castas Rabigato, Códega do Larinho, Gouveio e Viosinho, este vinho é um excelente acompanhante de pratos de peixe, mariscos, carnes brancas, pastas e cozinha oriental.
The last, but not the least, chega o «Terra a Terra Tinto Reserva 2007». Trata-se de um vinho com aroma fresco e complexo com notas xistosas e químicas, fruto elegante com alguma sofisticação. Espesso na boca, este vinho mostra excelentes taninos com garra e bem polidos. Tem boa amplitude, rico, gordo e sem deixar de ser fresco.
Feito a partir das castas Touriga Nacional, Tinta Barroca, Touriga Franca e Sousão, este tinto, que estagiou 12 meses em barricas de carvalho francês, acompanha na perfeição pratos de caça, carnes vermelhas e toda a cozinha tradicional Portuguesa.

«Caves Transmontanas»
e «Quanta Terra»

A história do produtor «Caves Transmontanas» remonta ao início dos anos 80, num ambicioso projecto de produção de espumantes de qualidade superior. A aliança da Schramsberg Vineyards & Cellars da Napa Valley com as Caves Riba Tua e Pinhão no Alto Douro originaram a fundação das «Caves Transmontanas», que começou a sua actividade comercializando espumantes com a chancela de qualidade de uma das mais antigas regiões demarcadas do mundo, mais propriamente o Cimo Corgo.

Atingidos os objectivos iniciais com os espumantes Vértice, rapidamente se passou para a produção de vinhos DOC/Douro, com o mesmo sucesso. A produção traduz-se num cuidado personalizado e com altos padrões de qualidade, atenta ao detalhe em detrimento da produção de massa, factores que ditam que muitas colheitas sejam rejeitadas por não atingirem os patamares de excelência que a empresa impõe ao mercado e a si própria.

Em 1999 foi constituída a «Quanta Terra», por Celso Pereira e Jorge Alves, dois reputados enólogos do Douro, depois de terem iniciado uma rigorosa prospecção em dez propriedades do Cimo Corgo e Douro Superior, para averiguar da possibilidade de produzir vinhos tintos DOC/Douro. Haveria de ser seleccionada a Quinta do Tralhão, no Douro Superior.
Os vinhos das empresas «Caves Transmontanas» e «Quanta Terra» têm em comum uma empresa: a «CVQ», que distribui os vinhos tranquilos (brancos e tintos) das «Caves Transmontanas», assim como os vinhos tintos e brancos «Quanta Terra» e os vinhos verdes «Compostela», sendo os espumantes desde há 15 anos distribuídos pela VINALDA.