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segunda-feira, 1 de março de 2010

Portal Porto Vintage 2003: um vinho que o seu pai não vai esquecer



Um vinho de top e multipremiado a nível nacional e internacional é a sugestão da Quinta do Portal para este Dia do Pai. Vai surpreendê-lo quando lhe der a provar o Portal Porto Vintage de 2003.


Portal Porto Vintage 2003: um vinho
que o seu pai não vai esquecer


Um dos vinhos de eleição do produtor duriense Quinta do Portal é a prenda certa para este ano oferecer ao seu pai. Um vinho eterno, que perdura no tempo e que deixará uma marca indelével.
O Portal Porto Vintage 2003 apresenta-se de cor ruby e vem das castas tradicionais da Região Demarcada do Douro, tais como Touriga Nacional (40%), Tinta Roriz (30%), Franca e Barroca (30%). Tendo sido vindimado manualmente e transportado em caixas pequenas, este Vintage 2003 envelheceu um ano em cascos. De acordo com Paulo Coutinho, enólogo responsável da Quinta do Portal, deve ser apreciado por si só ou acompanhado de queijos fortes.
O Portal Porto Vintage 2003 ganhou uma Medalha de Ouro na edição de 2006 do International Wine Challenge (o mais prestigiado concurso internacional de vinhos: mais de 9.000 vinhos em prova), foi novamente agraciado com o «Port Trophy» - que premeia o melhor Vinho do Porto em concursos, e o troféu «Vintage Port Trophy» - que premeia o melhor Vinho do Porto Vintage.
Localizada na Região Demarcada do Douro, a «Quinta do Portal» abraçou com toda a paixão o conceito “Boutique Winery”, dedicando-se à produção de vinhos DOC Douro, Vinhos do Porto de categorias especiais e Moscatel. Os vários prémios recebidos, quer nacional quer internacionalmente, têm conferido a esta empresa, ao longo dos anos, um “selo” de qualidade e distinção.
O Porto Vintage 2003 poderá ser encontrado nas melhores garrafeiras a um preço médio recomendado de 35 euros.

Vinhos e azeite «Grandes Quintas»: o exemplo do melhor que o Douro tem para oferecer!









Com cerca de 600 hectares, 115 dos quais de vinha, a Casa d’Arrochella integra-se numa nova geração de produtores de vinho e azeite da Região Demarcada do Douro. O Grandes Quintas Colheita 2007, o Grandes Quintas Reserva 2007 e o azeite Grandes Quintas são produtos diferenciados, fruto das potencialidades únicas da Sub Região do Douro Superior. A Vinalda irá distribuir em regime de exclusividade estes vinhos, no continente e ilhas.

Vinhos e azeite «Grandes Quintas»:
o exemplo do melhor que o Douro tem para oferecer!

Dois vinhos tintos de excelência estão agora disponíveis nas melhores garrafeiras e clubes de vinho. Com a chancela da Sociedade Agrícola Casa d’Arrochella, o Grandes Quintas Colheita 2007 e o Grandes Quintas Reserva 2007 são néctares produzidos na Região Demarcado do Douro e que têm vindo a receber excelentes notas por parte da comunidade enóloga.
Proveniente das castas Touriga Nacional, Tinta Roriz e Tinta Amarela o Grandes Quintas Reserva, segundo as notas do enólogo Luís Soares Duarte tem nariz com carácter Douro, notas mentoladas e florais de violetas e estevas, prolongando-se com anotações de especiarias. Na boca o ataque é contínuo, sendo o fim muito elegante.
O Grandes Quintas Colheita 2007 faz-se das castas Touriga Nacional (60 por cento), e Touriga Franca e o Tinta Barroca. Da vinha do Vale de Canivens nas margens do Rio Douro, vieram ainda a Tinta Amarela, a Tinta Roriz e Touriga Nacional, resultando num vinho com notas de fruta e baunilha do estágio em carvalho francês, com boa intensidade e persistência. No início de boca temos a frescura da fruta vermelha, prolongando-se com a ligação às notas de baunilha e fumos de tosta de carvalho.
Está, também, já programado o início da comercialização do Grandes Quintas Branco. O engarrafamento vai ser feito já este mês de Março e os amantes dos bons néctares vão poder passar a contar com um vinho proveniente de castas exclusivamente durienses, frutado e amplo, sedoso, com equilíbrio na acidez, imprimindo um final directo, mas prolongado.
A Sociedade Agrícola Casa d’Arrochella
É na sub-região do Douro Superior, entre Vila Flor, Moncorvo e Foz Côa que o projecto é desenvolvido com a paixão e o envolvimento cultural de quem tem uma ligação secular ao Douro. O administrador da Casa d’Arrochella, Bernardo de Arrochela Alegria, é o grande impulsionador deste projecto, encarado, também, como um desafio cultural, através do qual procura deixar um legado para as gerações vindouras.
As vinhas da Sociedade Agrícola Casa d’Arrochella – Quinta do Cerval, Quinta do Nabo, Quinta das Trigueiras, Quinta de Vale d´Arcos e Quinta da Peça – estendem-se ao longo de 115 hectares. A adega tem capacidade para a produção de cerca de 300 000 litros, com dois lagares de granito e cubas de fermentação em inox.
A primeira produção lançada no mercado conta com um total de 38 500 garrafas, com uma aposta forte no Grandes Quintas Tinto, que terá 25 mil garrafas à venda. O Grandes Quintas Branco terá 8 000 unidades, enquanto o Grandes Quintas Reserva estará no mercado com 5 500 garrafas.
Distribuição a cargo da Vinalda
Os vinhos e azeites Grandes Quintas serão distribuídos, em regime de exclusividade no continente e ilhas, por uma das mais conceituadas distribuidoras nacionais de vinhos, a Vinalda. Uma parceria que surgiu em Dezembro do ano passado e que se enquadra na estratégia de crescimento definida pela empresa que é, também, sustentada “em novos projectos de várias regiões do País, sendo o Douro uma delas, porque trata-se de uma região estratégica”, revela Paulo Amorim, CEO da Vinalda. O facto de nomes como Luís Carvalho, responsável pela área vitícola, ou Luís Soares Duarte, na área enóloga, estarem intimamente ligados ao projecto “dá credibilidade ao Grandes Quintas, um projecto que me parece bem pensado e estruturado no longo prazo”, acrescenta o referido responsável.
Azeite segmento premium
A Casa d’Arrochella, que cujo projecto pretende que esteja culturalmente ligado a terra, tem-se dedicado, com grande paixão à produção oleícola, tendo em comercialização o azeite «Grandes Quintas». Posicionado no segmento premium, trata-se de um produto com a marca de qualidade da Denominação de Origem Protegida de Trás-os-Montes. Com olivais próprios na Quinta das Trigueiras e na Quinta da Peça, onde são cultivadas as variedades Verdeal, Madural e Negrinha, este azeite virgem extra nasce de um processo de extracção a frio em contínuo. Com um grau percentual de acidez inferior a 0,2º, de cor esverdeada, frutado, com aroma de azeitona fresca, tomate, maçã e amêndoa, tem um sabor muito elegante, amargo e picante, com final de boca longo e persistente.
O lagar próprio de Almendra onde este azeite é produzido foi adquirido pela Casa d’Arrochella à extinta Cooperativa Oleícola de Almendra e foi equipado com a mais moderna tecnologia de produção.
Este mesmo azeite, embora com uma roupagem diferente, mas com o mesmo posicionamento, está também no mercado externo com a marca «Douro Valley».