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segunda-feira, 14 de junho de 2010

Vinhos das «Caves Transmontanas» recebem prata e bronze da revista «Decanter»



Dois vinhos das «Caves Transmontanas», em Alijó, no Douro, foram distinguidos pela prestigiada revista britânica da especialidade Decanter, no concurso internacional de vinhos Decanter World Wine Awards, continuando esta publicação a premiar a excelência dos vinhos deste produtor duriense.

O grande destaque, galardoado com uma Medalha de Prata, vai para o «Vértice Grande Reserva Tinto 2007». Trata-se de um néctar que se faz das castas Touriga Nacional, Tinta Franca e Tinta Roriz, cheio de juventude e intensidade, com aromas a fruto de ameixa e amora, excelentes taninos na boca, maduros e finos e bastante equilibrado entre o poder e a elegância. Tem um fim de boca longo e charmoso, acompanhando na perfeição pratos de caça e toda a cozinha tradicional portuguesa.
Uma excelente classificação foi, ainda, atribuída ao «Vértice Grande Reserva Branco 2008», brindado com uma Medalha de Bronze. Gouveio e Viosinho vindos da sub-região do Cimo Corgo são as castas que dão forma a este vinho. As notas de prova apontam para um leve toque a madeira, fruta madura, tropical, uma boca muito complexa e multidimensional que lhe confere grande complexidade.

Outros três vinhos do produtor duriense «Quanta Terra» figuraram na categoria Commended (elogiado): o «Terra a Terra Reserva Branco 2009», feito das castas Gouveio e Viosinho; o «Quanta Terra Grande Reserva 2007», feito das castas Touriga Nacional, Tinta Barroca, Touriga Franca e Sousão e ainda o «Quanta Terra Grande Reserva Branco 2008», composto pelas castas Rabigato, Gouveio e Viosinho.
A história do produtor «Caves Transmontanas» remonta ao início dos anos 80, num ambicioso projecto de produção de espumantes de qualidade superior. A aliança da Schramsberg Vineyards & Cellars da Napa Valley com as Caves Riba Tua e Pinhão no Alto Douro originaram a fundação das «Caves Transmontanas», que começou a sua actividade comercializando espumantes com a chancela de qualidade de uma das mais antigas regiões demarcadas do mundo, mais propriamente o Cimo Corgo.

Os primeiros vinhos chegaram ao mercado na década de 90 e no início da década seguinte era já uma das marcas de maior notoriedade no segmento Premium de espumantes portugueses. Atingidos os objectivos iniciais com os espumantes Vértice, rapidamente se passou para a produção de vinhos DOC/Douro, com o mesmo sucesso. A produção traduz-se num cuidado personalizado e com altos padrões de qualidade, atenta ao detalhe em detrimento da produção de massa, factores que ditam que muitas colheitas sejam rejeitadas por não atingirem os patamares de excelência que a empresa impõe ao mercado e a si própria.

Em 1999 foi constituída a «Quanta Terra», por Celso Pereira e Jorge Alves, dois reputados enólogos do Douro, depois de terem iniciado uma rigorosa prospecção em dez propriedades do Cimo Corgo e Douro Superior, para averiguar da possibilidade de produzir vinhos tintos DOC/Douro. Haveria de ser seleccionada a Quinta do Tralhão, no Douro Superior.
Os vinhos das empresas «Caves Transmontanas» e «Quanta Terra» têm em comum uma empresa que distribui vinhos: a «CVQ», que distribui os vinhos tranquilos (brancos e tintos) das «Caves Transmontanas», assim como os vinhos tintos e brancos «Quanta Terra» e os vinhos verdes «Compostela».