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quarta-feira, 7 de julho de 2010

«Caves Transmontanas» e «Quanta Terra» fazem chegar ao mercado cinco novos néctares!

















A empresa produtora de vinhos, «Caves Transmontanas», localizada no Douro, lançou no mercado, no início deste mês de Julho, os seus mais recentes néctares. São eles: «Vértice espumante Gouveio 2005»; «Vértice espumante Rosé 2009» e «Vértice Tinto Grande Reserva 2008». Também em estreia, foram apresentados o «Terra a Terra Branco Reserva 2009» e o «Terra a Terra Tinto Reserva 2007», estes dois últimos da empresa, também duriense, «Quanta Terra».

«Caves Transmontanas» e «Quanta Terra» fazem chegar ao mercado cinco novos néctares!

A história das «Caves Transmontanas» começa no início da década de 80, num ambicioso projecto de produção de vinhos espumantes de qualidade pelo método clássico na Região Demarcada do Douro mais concretamente no planalto de Alijó (Cimo Corgo)

Os primeiros vinhos espumantes vieram para o mercado na década de 90 e, no início da década seguinte, era já uma das marcas de maior notoriedade no segmento premium dos espumantes portugueses.
Hoje, «Vértice», mais do que uma das melhores marcas de espumantes portugueses, é também uma marca de referência nos vinhos D.O.C. Douro.
Assim, e com a chancela de qualidade de uma das mais antigas regiões demarcadas do mundo, mais propriamente o Cimo Corgo, o «Vértice espumante Gouveio 2005», feito em exclusivo da nobreza da casta Gouveio, teve vinificações de 50% em inox, a uma temperatura compreendida entre os 13 e 16º C com o intuito de enaltecer os aromas primários, e os restantes 50% em barricas de carvalho francês (usadas) de 225 litros durante cerca de 30 dias. O estágio da segunda fermentação em garrafa decorreu durante um período de 48 meses (autólise) contribuindo desta forma para um carácter/personalidade muito próprio
Das castas Touriga Franca (70%), Malvasia Fina (20%) e Gouveio (10%) chega o «Vértice espumante Rosé 2009». Trata-se de um espumante cujas uvas antes de serem prensadas foram submetidas a um choque térmico (8ºC), com o intuito de evitar uma maior extracção fenólica. Este néctar teve vinificações por casta, a uma temperatura compreendida entre os 13 e 16º C. A intenção foi a de enaltecer os aromas primários.
Outro grande vinho que agora chega ao mercado é o «Vértice Tinto Grande Reserva 2008». Composto pelas castas Touriga Nacional, Tinta Franca e Tinta Roriz, este néctar apresenta um aroma cheio de juventude, intenso e vinoso a fruto de ameixa e amora. Com excelentes taninos na boca, maduros e finos, mostra-se harmonioso no equilíbrio entre poder e elegância. Tendo estagiado 20 meses em barricas de carvalho francês, este néctar é excelente para acompanhar pratos de caça, bem como toda a cozinha tradicional transmontana.

Empresa «Quanta Terra» mostra
os seus «Terra a Terra» branco e tinto!

Conscientes de que o “Carácter” do vinho é determinado pelo terroir e que a qualidade é determinada pelo Homem, os enólogos Jorge Alves e Celso Pereira, iniciaram um programa de selecção de solos, localização de vinhas, enxertos, exposição, altitude, inclinação, castas, idade da vinha, rendimento, etc., em várias propriedades localizadas no Cimo Corgo e Douro Superior. A maioria acabou por ser rejeitada, por não cumprirem os parâmetros previamente estabelecidos. Desta selecção ficou a Quinta do Tralhão onde, desde 1999, a «Quanta Terra, Sociedade de Vinhos, Lda», produz os Douro D.O.C. «Quanta Terra».
«Terra a Terra Branco Reserva 2009» é o primeiro dos dois vinhos que a empresa «Quanta Terra» faz agora chegar ao mercado. Este branco foi fermentado em barrica, com as notas da tosta a surgirem na proporção certa, permitindo a expressão da fruta. Ligeira mineralidade surge aqui associada a alguma expressão de fruto tropical. Boa acidez que lhe é proporcionada pela altitude das vinhas. Tem um perfil muito agradável na boca, redondo e macio, com as notas amendoadas a surgirem no final, tostado e bastante agradável.
Das castas Rabigato, Códega do Larinho, Gouveio e Viosinho, este vinho é um excelente acompanhante de pratos de peixe, mariscos, carnes brancas, pastas e cozinha oriental.
The last, but not the least, chega o «Terra a Terra Tinto Reserva 2007». Trata-se de um vinho com aroma fresco e complexo com notas xistosas e químicas, fruto elegante com alguma sofisticação. Espesso na boca, este vinho mostra excelentes taninos com garra e bem polidos. Tem boa amplitude, rico, gordo e sem deixar de ser fresco.
Feito a partir das castas Touriga Nacional, Tinta Barroca, Touriga Franca e Sousão, este tinto, que estagiou 12 meses em barricas de carvalho francês, acompanha na perfeição pratos de caça, carnes vermelhas e toda a cozinha tradicional Portuguesa.

«Caves Transmontanas»
e «Quanta Terra»

A história do produtor «Caves Transmontanas» remonta ao início dos anos 80, num ambicioso projecto de produção de espumantes de qualidade superior. A aliança da Schramsberg Vineyards & Cellars da Napa Valley com as Caves Riba Tua e Pinhão no Alto Douro originaram a fundação das «Caves Transmontanas», que começou a sua actividade comercializando espumantes com a chancela de qualidade de uma das mais antigas regiões demarcadas do mundo, mais propriamente o Cimo Corgo.

Atingidos os objectivos iniciais com os espumantes Vértice, rapidamente se passou para a produção de vinhos DOC/Douro, com o mesmo sucesso. A produção traduz-se num cuidado personalizado e com altos padrões de qualidade, atenta ao detalhe em detrimento da produção de massa, factores que ditam que muitas colheitas sejam rejeitadas por não atingirem os patamares de excelência que a empresa impõe ao mercado e a si própria.

Em 1999 foi constituída a «Quanta Terra», por Celso Pereira e Jorge Alves, dois reputados enólogos do Douro, depois de terem iniciado uma rigorosa prospecção em dez propriedades do Cimo Corgo e Douro Superior, para averiguar da possibilidade de produzir vinhos tintos DOC/Douro. Haveria de ser seleccionada a Quinta do Tralhão, no Douro Superior.
Os vinhos das empresas «Caves Transmontanas» e «Quanta Terra» têm em comum uma empresa: a «CVQ», que distribui os vinhos tranquilos (brancos e tintos) das «Caves Transmontanas», assim como os vinhos tintos e brancos «Quanta Terra» e os vinhos verdes «Compostela», sendo os espumantes desde há 15 anos distribuídos pela VINALDA.