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terça-feira, 12 de outubro de 2010

Vinhos «Grandes Quintas» distinguidos com ouro, prata e bronze em concursos internacionais




Com a chancela da Sociedade Agrícola Casa d’Arrochella, os néctares Grandes Quintas Colheita 2007 e o Grandes Quintas Reserva 2007 receberam recentemente, em dois dos mais prestigiados concursos internacionais de vinhos, as medalhas de ouro, prata e bronze. Distinções internacionais a néctares que já tinham recebido excelentes notas por parte da comunidade enóloga e enófila nacional.
Assim, o «Mundusvini 2010» distinguiu o Grandes Quintas Colheita 2007 com uma medalha de ouro, enquanto que o Grandes Quintas Reserva 2007, recebeu, na mesma altura, a medalha de prata.
Outro dos certames mais concorridos e prestigiados nesta área vínica, o «Concurso Decanter World Wine Awards 2010», distinguiu com bronze o Grandes Quintas Reserva 2007.
Também o certame «Les Citadelles du Vin 2010», agraciou o Grandes Quintas Reserva 2007 com o Troféu CITADELLES, tendo o Grandes Quintas Colheita 2007 recebido, na mesma ocasião, o Troféu EXCELLENCE.
Proveniente das castas Touriga Nacional, Tinta Roriz e Tinta Amarela o Grandes Quintas Reserva apresenta cor vermelha rubi, com densidade e profundidade. Segundo as notas do enólogo Luís Soares Duarte tem nariz com carácter Douro, notas mentoladas e florais de violetas e estevas, prolongando-se com anotações de especiarias. Na boca o ataque é contínuo, sendo o fim muito elegante.
O Grandes Quintas Colheita 2007 inclui ainda uvas das vinhas novas da Quinta do Cerval, utilizando as castas Touriga Nacional (60 por cento), e Touriga Franca e o Alicante Bouchet. Da vinha do Vale de Canivens nas margens do Rio Douro, vieram ainda a Tinta Amarela, a Tinta Roriz e Touriga Nacional, resultando num vinho com notas de fruta e baunilha do estágio em carvalho francês, com boa intensidade e persistência. No início de boca temos a frescura da fruta vermelha, prolongando-se com a ligação às notas de baunilha e fumos de tosta de carvalho. A elegância é o mote, os taninos são finos e macios e muito bem integrados com a acidez.
De referir que o acompanhamento técnico às vinhas é da responsabilidade do eng. Luís Carvalho, uma autoridade nesta área, enquanto os vinhos são produzidos sob a supervisão do conceituado enólogo duriense Luís Soares Duarte.
Com cerca de 600 hectares, 115 dos quais de vinha, distribuídos por cinco quintas – Quinta do Cerval, Quinta do Nabo, Quinta das Trigueira, Quinta de Vale d´Arcos e Quinta da Peça –, a Casa d’Arrochella integra-se numa nova geração de produtores de vinho da Região Demarcada do Douro. É na sub-região do Douro Superior, entre Vila Flor, Moncorvo e Vila Nova de Foz Côa que o projecto é desenvolvido com a paixão e o envolvimento cultural de quem tem uma ligação secular ao Douro. A sua adega, totalmente equipada segundo os mais rigorosos critérios em vigor, tem capacidade para a produção de cerca de 300 000 litros, com dois lagares de granito e cubas de fermentação em inox.