Número total de visualizações de página

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

«Casa Agrícola de Compostela» lança três novos vinhos verdes para os dias quentes de Verão




O produtor minhoto «Casa Agrícola de Compostela», que tem na produção de vinhos verdes de qualidade a sua orientação estratégica, coloca no mercado três novos néctares que aumentam assim o seu portfólio de vinhos. São eles, o «Casa de Compostela Trajadura», o «Casa de Compostela Alvarinho» e «Casa de Compostela Escolha», que cumprem todos os requisitos exigidos aos vinhos verdes de qualidade superior, apresentando-se secos e frutados, óptimos para degustar em dias quentes de Verão, uma altura em que a apetência dos consumidores por este tipo de vinhos tem vindo a ganhar terreno.
«Casa de Compostela Alvarinho»
Casta de alta qualidade e baixa produção, Alvarinho é a imagem mais nobre da Região Demarcada dos Vinhos Verdes. Sendo a sub-região de Monção/Melgaço a que mais vinhos Alvarinho produz, têm surgido produções de excelência fora dessa sub-região, como é o caso deste «Casa de Compostela Alvarinho». Vinho de aroma fino, leve, fresco, com notas florais e de fruta madura e revestida de apontamentos cítricos, que definem a casta Alvarinho. Cheio na boca, com acidez ligeira, tem um final de boca prolongado e persistente, com boa capacidade de envelhecimento. Acompanha na perfeição mariscos, peixes e carnes grelhadas e chega até aos consumidores com preço de venda recomendado de 5.10 euros

«Casa de Compostela Escolha»
Resulta de um blend das castas Arinto e Sauvignon Blanc. Vinho de cor pálida e textura requintada, fresca e viva. De acordo com Horácio Figueiredo, enólogo da «Casa Agrícola de Compostela», “trata-se de um branco divinal, com um arco-íris de perfumes e sabores redondos, em que a fruta madura e os espargos verdes se ligam de forma harmoniosa aos frutos tropicais de manga e maracujá”. Proporciona um casamento perfeito com manjares de eleição, como crustáceos, peixes e carnes nobres. O P.V.P. aproximado deste néctar é de 6.20 euros.

«Casa de Compostela Trajadura»
Tal qual acontece com os vinhos provenientes desta casta branca de qualidade, o «Casa de Compostela Trajadura» apresenta um perfil aromático delicado e com acentuados apontamentos a frutos tropicais. Suave na boca por força da sua baixa acidez, mostra uma frescura elegante e um final persistente. Este vinho proporciona um excelente acompanhamento com o marisco, peixes magros e carnes de aves. Tem um preço de venda recomendado de 2.60 euros.

A empresa
A empresa «Casa Agrícola de Compostela» nasceu na década de 60, do século passado, no seio da região dos vinhos verdes de Portugal. Com sede em Famalicão, a empresa conheceu um upgrade em 2007, com a reconversão apenas de algumas parcelas de vinha no sentido da adopção exclusiva das castas que constituem a base de dois dos novos vinhos- Casa de Compostela-Alvarinho e Casa de Compostela.
Com uma capacidade de produção na casa dos 200 mil litros, o projecto da «Casa Agrícola de Compostela» produz os vinhos Casa de Compostela, Vinha do Alto, Espigueiro e Quinta de Crespos.

A Produção
A produção anual de vinho verde na «Casa Agrícola de Compostela» ronda as 600 pipas (300 mil litros) e os sistemas de plantação mais tradicionais foram ao longo dos tempos substituídos por métodos mais modernos, que facilitam a produção mas mantêm intacta a qualidade da produção. O comportamento das diferentes variedades de uvas é tido como fundamental, pelo que é monitorizado e analisado ao longo do ano. Em meados de Setembro, depois de determinada a maturação de cada casta, são feitas as vindimas. O transporte entre as vinhas e as caves é feito em pequenos recipientes, de forma a evitar o esmagamento das uvas e a consequente fermentação antecipada. As adegas estão equipadas com as tecnologias mais recentes e os vinhos provenientes de cada casta são vinificados e armazenados separadamente; posteriormente, numa fase mais avançada do processo, são cuidadosamente misturados. As mais recentes tecnologias de vinificação incluem um sistema computorizado de controlo do sistema de fermentação, uma linha de engarrafamento exclusiva e um rigoroso controlo laboratorial. Desta forma, os apreciadores dos néctares da «Casa Agrícola de Compostela» têm a garantia de estar perante um vinho em toda a sua plenitude.

Os Prémios…
1989 O Melhor Vinho Verde – 1º Premio – II Cata Internacional de Vino Jovenes Galaico Portugueses (Sileda – Espanha)
1980 O Melhor Vinho Verde – Felmostra
1993 Menção – VIII Concurso Nacional de Vinhos Engarrafados
1995 Melhor Vinho Verde do Produtor – Medalha de Bronze (CVRVV)
1998 Melhor Vinho Verde do Produtor – Medalha de Bronze (CVRVV)
2001 Medalha de Prata – II Concurso ACIC – Cidade de Coimbra
2002 Medalha de Prata – CVRVV
2004 O Melhor Vinho Verde do Produtor – Medalha de Bronze (CVRVV)
2008 O Melhor Vinho Verde do Produtor – Medalha Honrosa (CVRVV)
2009 O Melhor Vinho Verde do Produtor – Medalha Honrosa (CVRVV)
2009 Medalha de Prata – Concurso de Vinhos Portugueses - Santarém
2009 Concurso a Melhor Vinha 2009 – medalha de bronze (CVRVV)

Grandes Quintas Colheita Branco 2010, um vinho elegante com a marca de qualidade da Casa d´Arrochella




O produtor duriense Casa d´Arrochella brinda os consumidores com um novo vinho. O Grandes Quintas Colheita Branco 2010 é a nova aposta da empresa, que lança no mercado mais de 6 500 unidades engarrafadas em Maio deste ano. Trata-se de um vinho de aspecto brilhante, aroma fino e complexo com aromas a maçãs maduras e flores silvestres. Segundo as notas de prova do enólogo Luís Soares Duarte, esta nova colheita, proveniente das castas Malvasia Fina, Síria e Gouveio, apresenta-se elegante e complexo na boca, frutado, fresco, volumoso, terminando longo, mineral e com finura.
Um vinho que chega ao mercado com um preço recomendado de sete euros e que pelas suas características terá um envelhecimento em garrafa muito positivo durante os próximos quatro anos.

A Sociedade Agrícola Casa d’Arrochella
É na sub-região do Douro Superior, entre Vila Flor, Moncorvo e Foz Côa que o projecto é desenvolvido com a paixão e o envolvimento cultural de quem tem uma ligação secular ao Douro. O administrador da Casa d’Arrochella, Bernardo de Arrochela Alegria, é o grande impulsionador deste projecto. As vinhas da Sociedade Agrícola Casa d’Arrochella – Quinta do Cerval, Quinta do Nabo, Quinta das Trigueiras, Quinta de Vale d´Arcos e Quinta da Peça – estendem-se ao longo de 115 hectares. A adega tem capacidade para a produção de cerca de 300 000 litros, com dois lagares de granito e cubas de fermentação em inox.
Os vinhos e azeites Grandes Quintas são distribuídos, em regime de exclusividade no continente e ilhas, por uma das mais conceituadas distribuidoras nacionais de vinhos, a Vinalda.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Casa das Pipas convida a acompanhar tradição da vindima na Quinta do Portal





Com os grandes dias de vindima às portas, a Casa das Pipas, localizada em Celeirós do Douro, Sabrosa, tem já disponível o programa especial «Vindimas no Douro», para que possa desfrutar ao máximo de todos os detalhes da actividade vinícola, que assume cada vez maior relevo no País.
O programa convida a passar duas noites numa das unidades de enoturismo da Quinta do Portal, oferecendo, para lá do alojamento, pequeno-almoço, visita às vinhas e participação na vindima, visita à adega da Quinta do Portal, prova de vinhos, um jantar, um almoço gourmet, um jantar vínico e participação nas tradicionais Lagaradas, onde as pessoas são instadas a fazer a pisa das uvas. O vinho e as uvas são ingredientes fundamentais na confecção do chef Milton Ferreira, que preparou um menu especial para esta data, onde os cogumelos salteados com vinho do Porto, a sopa da vindima, o cabrito assado com alecrim e batatinhas recheadas com fumeiro transmontano ou o strudel de uvas frescas com sabayon de vinho do Porto são só algumas das sugestões, harmonizadas com os néctares de eleição da Quinta do Portal.
O preço deste programa varia entre os 220 e os 250 euros por pessoas, na Casa das Pipas, e entre os 220 e os 275 na Casa do Lagar.
Caso não queira perder a oportunidade única de passar pelas vindimas, mas não esteja interessado em pernoitar, a Quinta do Portal criou um outro programa que prevê participação no corte da uva logo pela manhã, devidamente equipado com um kit fornecido pelo produtor, seguindo-se um almoço no restaurante da Quinta do Portal. Da parte da tarde realiza-se uma visita à adega e uma prova de vinhos, após as quais terá lugar um jantar gourmet. À noite, a não perder, a tradicional Lagarada. Preços a partir de 55 euros.
Situada no coração da ímpar Região Demarcada do Douro, a Quinta do Portal tem vindo a ser consecutivamente reconhecida mundialmente, quer pelos seus vinhos, quer pela sua capacidade enoturística. Além das medalhas e dos prémios conquistados pelos seus néctares, também a Casa das Pipas tem recebido inúmeras distinções. Já venceu duas vezes prémios do Best of Wine Tourism, ostenta o «Galarão Internacional Chave Verde» e a prestigiada revista norte-americana «Forbes» elegeu mesmo a Quinta do Portal como um dos dez melhores destinos vinhateiros de todo o mundo. A inauguração do armazém de envelhecimento de vinhos desenhado pelo arquitecto Siza Vieira tem sido outro trunfo do pólo enoturístico da Quinta do Portal.

Com os grandes dias de vindima às portas, a Casa das Pipas, localizada em Celeirós do Douro, Sabrosa, tem já disponível o programa especial «Vindimas no Douro», para que possa desfrutar ao máximo de todos os detalhes da actividade vinícola, que assume cada vez maior relevo no País.
O programa convida a passar duas noites numa das unidades de enoturismo da Quinta do Portal, oferecendo, para lá do alojamento, pequeno-almoço, visita às vinhas e participação na vindima, visita à adega da Quinta do Portal, prova de vinhos, um jantar, um almoço gourmet, um jantar vínico e participação nas tradicionais Lagaradas, onde as pessoas são instadas a fazer a pisa das uvas. O vinho e as uvas são ingredientes fundamentais na confecção do chef Milton Ferreira, que preparou um menu especial para esta data, onde os cogumelos salteados com vinho do Porto, a sopa da vindima, o cabrito assado com alecrim e batatinhas recheadas com fumeiro transmontano ou o strudel de uvas frescas com sabayon de vinho do Porto são só algumas das sugestões, harmonizadas com os néctares de eleição da Quinta do Portal.
O preço deste programa varia entre os 220 e os 250 euros por pessoas, na Casa das Pipas, e entre os 220 e os 275 na Casa do Lagar.
Caso não queira perder a oportunidade única de passar pelas vindimas, mas não esteja interessado em pernoitar, a Quinta do Portal criou um outro programa que prevê participação no corte da uva logo pela manhã, devidamente equipado com um kit fornecido pelo produtor, seguindo-se um almoço no restaurante da Quinta do Portal. Da parte da tarde realiza-se uma visita à adega e uma prova de vinhos, após as quais terá lugar um jantar gourmet. À noite, a não perder, a tradicional Lagarada. Preços a partir de 55 euros.
Situada no coração da ímpar Região Demarcada do Douro, a Quinta do Portal tem vindo a ser consecutivamente reconhecida mundialmente, quer pelos seus vinhos, quer pela sua capacidade enoturística. Além das medalhas e dos prémios conquistados pelos seus néctares, também a Casa das Pipas tem recebido inúmeras distinções. Já venceu duas vezes prémios do Best of Wine Tourism, ostenta o «Galarão Internacional Chave Verde» e a prestigiada revista norte-americana «Forbes» elegeu mesmo a Quinta do Portal como um dos dez melhores destinos vinhateiros de todo o mundo. A inauguração do armazém de envelhecimento de vinhos desenhado pelo arquitecto Siza Vieira tem sido outro trunfo do pólo enoturístico da Quinta do Portal.

«Quanta Terra» apresenta o melhor do seu Douro!





“o carácter de um vinho é determinado pelo Terroir e a qualidade
é determinada pelo homem” Celso Pereira e Jorge Alves


Um tinto, grande reserva, de 2008 e um branco, reserva, de 2010, são as mais recentes apostas da empresa duriense «Quanta Terra», dos enólogos e sócios Celso Pereira e Jorge Alves.
Depois das excelentes criticas, por parte da comunidade enófila, aos anteriores néctares apresentados pela «Quanta Terra», os seus responsáveis orgulham-se de agora fazer chegar ao mercado o «Quanta Terra Grande Reserva 2008» e o «Terra a Terra Reserva 2010». Dois vinhos capazes de surpreender até os mais incautos.
O novo tinto, resulta da selecção de quatro das tradicionais castas da Região Demarcada do Douro. São elas, Touriga Nacional (60%), Touriga Franca (23%), Tinta Barroca (11%) e Sousão (6%). Vindimado manualmente este «Quanta Terra Grande Reserva 2008», estagiou durante 12 longos meses em barricas usadas de carvalho francês, tendo sido engarrafado em Dezembro de 2010.
De cor ruby, mostra-se estruturado e muito equilibrado na boca. Este néctar é um perfeito acompanhante de pratos de carne, caça e toda a cozinha tradicional portuguesa. Refira-se que o preço de venda a público ronda os 18 euros.
O outro vinho agora lançado é o branco «Terra a Terra Reserva 2010». Também ele vindimado manualmente, estagiou em cubas de inox e barricas usadas. Das castas Gouveio, Viosinho e Rabigato, este néctar apresenta-se de cor citrina e boa intensidade aromática, assim como uma excelente acidez. Com um teor alcoólico de 13,76%Vol., chega às melhores garrafeiras com um preço de venda a público que rondará os 10 euros.
Resta referir que a empresa «Quanto Terra – Sociedade de Vinhos, Lda.» foi constituída em 1999, por Celso Pereira e Jorge Alves, dois reputados enólogos do Douro, depois de terem iniciado uma rigorosa prospecção em dez propriedades do Cimo Corgo e Douro Superior, para averiguar da possibilidade de produzir vinhos tintos DOC/Douro. A maioria acabou por ser rejeitada, por não cumprirem os parâmetros previamente estabelecidos. Desta selecção ficou a Quinta do Tralhão onde, desde 1999, a «Quanta Terra - Sociedade de Vinhos, Lda», produz os Douro D.O.C. «Quanta Terra».
O «Quanta Terra Grande Reserva 2008» e «Terra a Terra Reserva 2010» serão distribuídos em Portugal pela empresa «CVQ».

Quinta do Portal lidera mercado nacional dos vinhos rosés DOC Douro!




A Quinta do Portal lidera as vendas, na área dos rosés DOC Douro, tendo para isso contribuído o excelente comportamento deste produto no último ano. A tendência dos apreciadores para consumir vinhos leves e doces tem vindo a aumentar gradualmente e dentro desse segmento a Quinta do Portal vem marcando uma posição de vanguarda que vai na esteira da sua actuação.
“Isto é tanto mais significativo quando no ano anterior havia seis empresas que vendiam mais do que nós, representando mais do que 10 por cento do mercado”, revela Manuel Castro Ribeiro, director-geral da empresa. Os resultados fizeram-se sentir no mercado interno, mas a grande qualidade dos vinhos rosés DOC Douro da Quinta do Portal impuseram-se, também, de sobremaneira no exterior, com a componente da exportação a assumir uma parcela muito importante nas vendas.
Durante muitos anos, o vinho rosé foi visto como um produto menor. Depois de na década de 50 ter sido um dos vinhos mais vendidos do mundo caiu em descrédito. Mas o certo é que a última década veio inverter a tendência e os consumidores começaram a deixar os vinhos mais tradicionais e encorpados para as refeições e a optar por vinhos mais alegres, frescos e joviais para actos festivos ou até mesmo para beber socialmente, por exemplo durante uma tarde de conversa numa esplanada. Os rosés surgem como uma alternativa aos brancos e espumantes e já cativando novos consumidores, como os jovens e o público feminino, que procuram néctares com um teor alcoólico menor e mais frutados, e que se encontram no mercado com um preço muito competitivo.
De acordo com especialistas quer gourmet, quer enófilos, o rosé é um vinho jovial, óptimo para consumir nos dias quentes de Verão, mas que também pode ser consumido durante todo o ano, sendo que acompanha bem aqueles pratos em que o vinho branco é demasiado leve e o tinto se sobrepõe ao sabor da refeição, como são exemplo as carnes magras, peixes e massas.
Fazer um bom rosé não é para todos. Desengane-se, portanto, quem pensa que a vinificação é simples. Na verdade, o trabalho de vinificação de um rosé de qualidade é tão exigente como o de qualquer outro vinho, como é o caso do Portal Rosé, que provém das castas Touriga Nacional, Tinta Roriz, Touriga Franca e Tinta Barroca. Depois de se proceder ao desengace com esmagamento, a que se segue a maceração a frio – até que seja obtida a cor suficiente para iluminar a garrafa –, passa-se a fermentação em cubas de inox, cuja temperatura é rigorosamente controlada.
O Portal Rosé chega aos consumidores com uma cor rosada muito atractiva. No nariz exibe aromas jovens, assim como frutos vermelhos com notas florais. Na boca este néctar revela excelente acidez, com um final firme e fresco.
A qualidade destes vinhos rosé da Quinta do Portal pode ser atestada pelos prémios alcançados no International Wine Chalhenge, nos Decanter Awards e no Concours Mondial du Rose.
Sediada em Celeirós do Douro, Sabrosa, a Quinta do Portal dedica-se ao conceito boutique winery, e, até há pouco tempo, especialmente à produção de vinhos DOC Douro, vinhos do Porto de categorias especiais e moscatéis. Mais recentemente começou a produzir azeite e conta, ainda, no seu projecto com uma vertente enoturística assente em duas unidades de turismo rural e num armazém de envelhecimento de vinhos desenhado pelo arquitecto Siza Vieira, que têm merecido vários prémios. Os galardões conquistados nacional e internacionalmente pelos seus vinhos têm conferido a esta empresa uma marca de qualidade e distinção.


terça-feira, 14 de junho de 2011

Quinta do Portal e Liberalia Enológica assinalam parceria com novo vinho ibérico




Vinho que selou Cimeira Ibérica de 2009 está a celebrar cinco anos de existência

Duradero Tinto 2009 provém das castas Tinta Roriz e Tinta Toro

A Quinta do Portal e a Liberalia Enológica, produtoras de vinho sediadas em terras do Douro dos dois lados da fronteira, estão a celebrar os cinco anos de parceria com o lançamento de um novo vinho Duradero, o «Duradero Tinto 2009».
Desde 2005 que as duas adegas trabalham conjuntamente, tendo colocado no mercado o vinho Duradero, produzido com a mesma variedade de uvas, mas que detém nomes distintos: Tinta Roriz e Tinta de Toro. Um exemplo cabal de boa relação transfronteiriça, que se baseia num legado histórico comum, sendo o Douro uma fonte de elaboração de produtos vinícolas de excelência, e que apresenta excelentes resultados casando as suas diversas origens. Nota disso mesmo foram as excelentes pontuações alcançadas por este vinho na imprensa especializada, não só dos dois países, mas de todo o mundo.
O Duradero, um vinho que apresenta uma intensa cor violeta e aromas de fruto preto, bastante equilibrado, com taninos pujantes, excelente fruta na boca e enriquecido com notas de tosta, já brindou às suas origens ibéricas ao mais alto nível. Na Cimeira Ibérica que teve lugar em Janeiro de 2009, em Zamora, terra onde está sedida a Liberalia Enológica, os chefes de Governo de Portugal e Espanha selaram com Duradero os acordos alcançados nesse encontro.
Em 2010, o acto que celebrou a irmandade dos vinhos decorreu nos picos de Urbian, em Soria, e este ano representantes das duas vinícolas vão encontrar-se do lado de cá da fronteira para imortalizar o convénio.
A Quinta do Portal aposta no conceito de «boutique winery», produzindo vinhos DOC Douro, Porto, Moscatel e espumantes enquanto a Liberalia Enológica é uma casa familiar que produz a partir de vinhedos com idades entre os 30 e os 100 anos.

Holiday Inn Porto Gaia convida a assistir, do seu 22º piso, ao fogo-de-artifício de S. João!



Com o Douro engalanado para receber o majestoso fogo-de-artifício de S. João, o Hotel Holiday Inn Porto Gaia criou um buffet de petiscos regionais dedicado a toda a família na noite de 23 de Junho para celebrar o santo padroeiro da cidade do Porto.
Do alto do 22º piso desta unidade hoteleira, situada a escassos metros da zona ribeirinha, vai poder assistir com uma vista privilegiada ao espectáculo que chama milhares de portuenses para as ruas e ainda deliciar-se com um buffet criado especialmente para esta data, por apenas 39 euros por pessoa, com bebidas incluídas, sendo que as crianças com menos de 12 anos não pagam.
Da ementa fazem parte variadas entradas tipicamente regionais, como o chouriço de carne assado, feijão-frade com atum, morcela assada, azeitonas marinadas, pataniscas de bacalhau ou rolinhos de abacaxi com presunto. Depois do indispensável caldo verde, o prato de peixe é constituído por um gratinado de bacalhau três pimentos e o de carne por uma deliciosa vitela assada com aromas de alecrim e arroz de forno. O buffet de sobremesas é uma autêntica perdição, desde a tarte merengada de limão, a um fondue de chocolate e fruta laminada, passando pelos tradicionais arroz doce e leite creme.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Prestigiados concursos internacionais premeiam, com ouro, prata e bronze, os vinhos durienses «Grandes Quintas»!




O vinho Grandes Quintas Reserva 2008, do produtor duriense «Casa d’Arrochella», conquistou recentemente uma Medalha de Ouro no Concurso Mundial de Vinhos Bruxelas 2011, um dos eventos internacionais mais prestigiado. No próximo ano, o concurso realizar-se-á na cidade-berço, que em 2012 é Capital Europeia da Cultura, sendo a Sociedade Agrícola Casa d’Arrochella parceira oficial deste evento.
Sendo o projecto vitivinícola «Casa d’Arrochella» muito recente, tem sido com grande satisfação que o seu impulsionador, o empresário e advogado Bernardo Alegria, assim como Luís Soares Duarte, o enólogo responsável, tem visto o seu trabalho ser reconhecido, com rasgados elogios, pela comunidade enófila.
O Grandes Quintas Reserva 2008 é um vinho de cor vermelha retinta, aroma intenso e muito amplo, evidenciando notas de bosque, especiarias e florais resinosos, tudo bem harmonizado. Os taninos são majestosos, elegantes e complexos, revelando também equilibrada acidez. Foram engarrafadas 9 500 garrafas.
Este vinho já tinha merecido distinções em outros encontros internacionais de relevo, como a Medalha de Prata no Challange International du Vin, ou as Medalhas de Bronze no International Wine Challange e no Decanter World Wine Awards, troféu que também foi atribuído ao Grandes Quintas Colheita 2008.
Já em 2010 os vinhos da Casa d’Arrochella tiveram grande aceitação nestes concursos vinícolas internacionais, destacando-se o Troféu Excellence arrecadado pelo Grandes Quintas Colheita 2007, no Les Citadelles du Vin 2010. No mercado há apenas 15 meses, os vinhos Grandes Quintas já totalizaram 11 medalhas internacionais, o que atesta a qualidade do produto.
Com cerca de 600 hectares, 115 dos quais de vinha, distribuídos por cinco quintas – Quinta do Cerval, Quinta do Nabo, Quinta das Trigueira, Quinta de Vale d´Arcos e Quinta da Peça –, a Casa d’Arrochella integra-se numa nova geração de produtores de vinho da Região Demarcada do Douro. É na sub-região do Douro Superior, entre Vila Flor, Moncorvo e Vila Nova de Foz Côa que o projecto é desenvolvido com a paixão e o envolvimento cultural de quem tem uma ligação secular ao Douro. A sua adega, totalmente equipada segundo os mais rigorosos critérios em vigor, tem capacidade para a produção de cerca de 300 000 litros, com dois lagares de granito e cubas de fermentação em inox.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Vinhos da Quinta do Portal premiados em concursos internacionais de prestígio



Os vinhos da Quinta do Portal continuam a somar prémios nos mais prestigiados concursos internacionais de vinhos.
No «Decanter World Wine Awards», promovidos pela prestigiada revista inglesa Decanter, o Portal Moscatel Reserva 2000, arrecadou um «Regional Trophy», um dos prémios mais cobiçados, entendido como os melhores dos “ouros”, por ter sido considerado o Melhor Vinho Fortificado de Portugal (acima de 10 euros). Neste concurso, muito considerado por força do painel de jurados que o torna numa das mais emblemáticas competições mundiais, outros vinhos deste produtor duriense mereceram distinções. O Quinta do Portal Porto 10 anos mereceu uma medalha de prata e o Quinta do Portal Reserva 2008, o Quinta do Portal Tinta Roriz 2008 e o Quinta do Portal Touriga Nacional 2009 foram distinguidos com medalhas de bronze.
Já no «International Wine Challenge 2011», um dos concursos independentes de vinhos mais influentes do mundo, que decorreu em Londres, os néctares da Quinta do Portal alcançaram sete medalhas, quatro de prata e três de bronze. Quinta do Portal Grande Reserva 2007, Malvis Tinto Reserva 2007, Quinta do Portal Touriga Nacional 2009 e Portal Moscatel Reserva 2000 foram os vinhos agraciados com medalhas de prata, enquanto o Peccatore Tinto Reserva 2007, o Quinta do Portal Reserva Tinto 2008 e o Quinta do Portal Tinta Roriz 2009 alcançaram medalhas de bronze.
Sediada em Celeirós do Douro, Sabrosa, a Quinta do Portal dedica-se ao conceito boutique winery, e, até há pouco tempo, especialmente à produção de vinhos DOC Douro, vinhos do Porto de categorias especiais e moscatéis. Mais recentemente começou a produzir azeite e conta, ainda, no seu projecto com uma vertente enoturística assente em duas unidades de turismo que têm merecido vários prémios. Os galardões conquistados nacional e internacionalmente pelos seus vinhos têm conferido a esta empresa uma marca de qualidade e distinção.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Quinta da Alorna a produzir vinhos de qualidade desde 1723






O projecto vitivinícola da Quinta da Alorna desenvolve-se em terras ribatejanas, onde a vinha e o vinho têm uma presença marcada e marcante em quase toda a região. Sediada em Almeirim, a Quinta da Alorna existe desde 1723, tendo uma gestão conduzida por profissionais especializados, apesar de manter a sua componente familiar que data de há séculos. Para lá da vitivinicultura, alarga a sua actividade a outras áreas como a agricultura e floresta, contando ainda com um centro equestre.
A quinta deve o seu nome ao primeiro proprietário, D. Pedro de Almeida, vice-rei da Índia, a quem D. João V concedeu o título de I Marquês de Alorna por actos de bravura na tomada da praça-forte de Alorna, na Índia. Tendo comprado o Casal de Vale de Nabais em 1723, quando regressou a Portugal D. Pedro de Almeida fez dele o núcleo central de um vasto grupo de propriedades onde plantou as primeiras vinhas, mudando-lhe o nome para Quinta da Alorna.
No palácio da quinta, de estilo sóbrio mas distinto, nasceram e viveram várias gerações de Alornas, incluindo D. Leonor (1750-1839), Marquesa de Alorna, notável poetisa e pintora, que aqui escreveu algumas das obras que a tornariam célebre.
Este é o cenário onde hoje prosperam 260 hectares de vinha, que correspondem a uma capacidade de produção que ronda os 1.5 milhões de litros, muito por força dos sucessivos investimentos que foram sendo feitos na adega desde 2001 equivalendo a cerca de cinco milhões de euros. A vinha conta com castas como a Touriga Nacional, Castelão, Trincadeira, Tinta Miúda, Cabernet Sauvignon, Syrah, Tinta Roriz e Alicante Bouschet, entre as tintas. As castas brancas que dão origem a alguns dos vinhos da Quinta da Alorna são Fernão Pires, Arinto, Verdelho, Trincadeira das Pratas e Chardonnay. Recentemente foram introduzidas novas castas, nomeadamente, Marsanne e Moscatel.
A produção está orientada, sobretudo, para os vinhos tintos e rosés, que são responsáveis por 70% da produção, sendo os restantes 30% de vinhos brancos, num volume de negócios que em 2010 rondou os quatro milhões de euros.
Os vinhos da Quinta da Alorna estão presentes em 20 países, ocupando as exportações uma importante fatia do volume de negócios da empresa: 57%. Suécia, Alemanha, Canadá, Angola, Bélgica, Suíça, Polónia, Holanda, Reino Unido, Estados Unidos da América, Brasil, São Tomé e Príncipe, Macau, Finlândia, Dinamarca, Noruega, Japão, China, Malásia e Dinamarca são os países onde é possível encontrar os vinhos da Quinta da Alorna.

Restaurante Food & Friends associa-se ao Porto Restaurant Week




Mais uma edição e mais uma presença do Restaurante Food & Friends do Hotel Holiday Inn Porto Gaia no «Porto Restaurant Week», que decorre de 19 a 28 de Maio. A boa adesão registada no ano transacto ditou nova participação num evento que tem lugar em várias cidades do mundo e que procura oferecer aos consumidores a possibilidade de degustar refeições requintadas, em restaurantes de nomeada, a um preço muito abaixo daquele que é praticado fora desta época.
A ementa, que está disponível ao almoço e ao jantar, consta de uma entrada composta por uma alheira de caça sobre puré de maçã reineta ou crocante de pão alentejano com ovo escalfado e chutney de tomate e cebola roxa. O prato principal são filetes de salmão em polme de sésamo, com risotto de tomate e manjericão, ou medalhões de porco preto salteados com migas de poejo e tomate. Para sobremesa as sugestões passam por creme de café, mascarpone e amareto em doce sopa de morangos frescos e hortelã, ou papos de anjo em creme de ovos e sorvete de limão.
O menu tem um preço de19+1 euros. O «+1» tem um cariz social, e contribui para ajudar instituições de solidariedade. Uma oportunidade para visitar o Restaurante Food & Friends, de um hotel que muito recentemente passou a integrar uma das maiores cadeias hoteleiras mundiais, a InterContinental Hotels Group (IHG).

O Holiday Porto Gaia:

O Holiday Inn Porto Gaia situa-se na zona residencial de Vila Nova de Gaia. As áreas do lobby, restaurante e bar foram remodeladas, criando assim um espaço ainda mais acolhedor para os clientes. Neste mês, o hotel, ex-Meliá Gaia Porto, passou a integrar o gigante hoteleiro IHG, alargando os seus horizontes em termos de mercado e de potenciais clientes, uma vez que o cartão de fidelização da IHG, o «Priority Club, conta com uma carteira de clientes que ronda os 50 milhões de pessoas.

Casa das Pipas revalida galardão chave verde pelas boas práticas ambientais



As preocupações e medidas ambientais aplicadas pelo produtor de vinhos duriense Quinta do Portal voltaram a ser reconhecidas pela Associação Bandeira Azul da Europa, que voltou a atribuir o galardão «Chave Verde» à unidade hoteleira de enoturismo Casa das Pipas.
Há quatro anos consecutivos que a Casa das Pipas vem ganhando este prémio, o que se explica pela constante preocupação com a sustentabilidade ecológica, visível na preocupação com a redução e separação de resíduos para reciclagem, no uso racional de bens de consumo como a água e a electricidade, bem como numa pedagogia global junto dos seus hóspedes, fornecedores e visitantes de todo o complexo.
Com treze quartos, a Casa das Pipas está situada em Celeirós do Douro, concelho de Sabrosa, no coração do Douro Património Mundial da Humanidade. É com esta realidade excitante como sala de visitas que uma casa feita de xisto, onde o vinho e a vinha são presença constante, seja na decoração, seja na fachada, que a sociedade Quinta do Portal convida a uma visita para desfrutar da paisagem deslumbrante do Alto Douro Vinhateiro, num ambienta familiar e propício ao descanso.
A Casa das Pipas dispõe de todas as comodidades de uma unidade hoteleira moderna, onde se inclui piscina e ginásio. A Quinta do Portal tem ainda uma outra unidade de enoturismo, mais pequena, a Casa do Lagar, mas igualmente charmosa e requintada.
Para além desta distinção «Chave Verde», a Casa das Pipas já conquistou o prestigiado prémio «Best of Wine Tourism» e o complexo enoturístico da Quinta do Portal foi considerado pela revista Forbes como um dos melhores dez destinos vinhateiros do mundo. Deste complexo faz parte um armazém de envelhecimento de vinhos desenhado pelo arquitecto Siza Vieira, recentemente inaugurado, e que valeu o Prémio de Arquitectura do Douro 2011.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Hotel Holiday Inn Porto Gaia serve brunchs no Food & Friends



O restaurante Food & Friends, do Hotel Holiday Inn Porto Gaia, ex-Meliá Gaia Porto, vai introduzir um novo conceito na ementa de domingo. Atento às particularidades de domingo e de uma refeição mais tardia mas igualmente suculenta, desde Maio que o Food & Friends serve brunchs. Por apenas 15,50 euros por pessoa, tem à disposição, um variado buffet de saladas simples e compostas, quiches, empadas, fritos variados, tartes variadas, sandes de atum e sandes de frango. Depois de um caldo verde, o prato principal é um delicioso arroz de pato, terminando a refeição com uma mesa de doces tradicionais, fruta fresca e laminada.
O Hotel Meliá Gaia Porto passou em Maio a chamar-se Holiday Inn Porto Gaia, por força da sua integração na cadeia hoteleira internacional InterContinental Hotels Group (IHG). Terminado o contrato com o grupo Sol Meliá, a administração do hotel optou pela integração naquele que é um dos maiores grupos hoteleiros a nível mundial e que conta no seu portfólio com mais de quatro mil hotéis espalhados por todos os cantos do mundo.
Para esta unidade hoteleira instalada em Gaia, o novo contrato, em regime de franchising, é uma possibilidade de alargar horizontes, uma vez que a IHG tem uma expressão mundial, espelhada, designadamente, nos cerca de 50 milhões de clientes aderentes ao cartão de fidelização da cadeia, o «Priority Club».
A IHG passa, assim, a contar com nove unidades hoteleiras no nosso país, o que é uma prova clara do investimento que está a ser feito pelos seus responsáveis em Portugal, acreditando nas potencialidades que o País tem neste sector.
O Hotel Holiday Inn Gaia Porto renovou recentemente o lobby e a área de restauração, que conta agora com dois espaços bastante acolhedores e ideais para desfrutar da boa gastronomia e para conviver: o restaurante «Food & Friends» e zona do bar. Esta unidade hoteleira situa-se na zona residencial de Vila Nova de Gaia e goza de uma localização que permite aos clientes usufruir de uma das melhores vistas panorâmicas sobre as cidades do Porto e Gaia.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Caves Transmontanas lançam Branco Vértice Grande Reserva 2009





Branco Vértice Grande Reserva 2009 com cerca de 4.000 garrafas de produção é o mais recente néctar que o produtor duriense Caves Transmontanas vai levar até aos apreciadores de bons vinhos. Este vinho, na senda do que preside à filosofia das Caves Transmontanas, resulta de um lote seleccionado de duas castas: Gouveio e Viosinho. As uvas são provenientes da região do Cimo Corgo, as vinhas plantadas em solos graníticos e de transição e submetidas a um clima sub-húmido seco, mesotérmico, com moderado excesso de água no Inverno e moderada concentração de eficiência térmica no Verão.
Com um leve toque a madeira, levedura, fruta madura e tropical e uma boca complexa, o Branco Vértice Grande Reserva 2009 deve ser degustado a uma temperatura entre os 12 e os 14 graus.
A recepção das uvas foi efectuada em caixas de 20 quilos. Nas primeiras 24 horas as uvas foram submetidas a um choque térmico até aos oito graus e esmagadas sendo submetidas a uma maceração pelicular de 48 horas. A fermentação alcoólica decorreu em barricas, na sua maior percentagem, ou cubas Inox. O estágio decorre em barricas usadas ou novas nas borras finas (batonnage) prolongando-se o mesmo por cerca de 12 meses.
A história do produtor Caves Transmontanas remonta ao início dos anos 80, num ambicioso projecto de produção de espumantes de qualidade superior. A aliança da Schramsberg Vineyards & Cellars de Napa Valley com as Caves Riba Tua e Pinhão no Alto Douro originaram a fundação das Caves Transmontanas, que começou a sua actividade comercializando espumantes com a chancela de qualidade de uma das mais antigas regiões demarcadas do mundo, mais propriamente o Cimo Corgo.
Atingidos os objectivos iniciais com os espumantes Vértice, rapidamente se passou para a produção de vinhos DOC/Douro, com o mesmo sucesso. A produção traduz-se num cuidado personalizado e com altos padrões de qualidade, atenta ao detalhe em detrimento da produção de massa, factores que ditam que muitas colheitas sejam rejeitadas por não atingirem os patamares de excelência que a empresa impõe ao mercado e a si própria. Resta referir que os espumantes «Vértice» são comercializados, em Portugal, pela Vinalda.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Club Vila Porto entra no roteiro internacional do reggae sound system




Ragga, ragga. Assim se chamará a festa que sexta-feira, 13 de Maio, levará os sons da Jamaica até ao Club Vila Porto, no coração da Baixa da cidade Invicta. Trata-se de uma produção Big Badda Boom, sound system que nasceu há cerca de 5 anos, juntando três elementos que se identificam com a música caribenha, e que já actuaram ao lado de grandes sound systems internacionais e artistas como Big Youth, Max Romeo ou Collie Buddz.

Os espectáculos são caracterizados por uma grande interactividade entre a cabina de som e o público, arrastando para os eventos fãs incondicionais vindos das mais diversas paragens. É dentro deste contexto que o Club Vila Porto quer entrar no roteiro internacional deste movimento, trazendo até ao Vila Porto sound systems das mais diversas proveniências, passando a Invicta a ser um roteiro obrigatório do reggae, à semelhança do que se faz um pouco por toda a Europa. A festa terá início às 23h00 e a entrada custa 5 euros, até às 01h00, e 7, 5 euros até às 02h00.

O Club Vila Porto fica situado na Rua do Dr. Magalhães Lemos, junto ao Teatro Rivoli, a escassos metros da sala de visitas por excelência da cidade, a Avenida dos Aliados. No fim-de-semana que se segue a esta festa, dia 21, apresentará ao público os melhoramentos entretanto realizados, assim como uma renovada equipa de trabalho. Com uma lotação para duas mil pessoas, abre de quinta a sábado, das 22h às 6h.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Meliá Gaia Porto passa a Holiday Inn Porto Gaia, a nona unidade hoteleira do grupo InterContinental em Portugal



O Hotel Meliá Gaia Porto passa a partir de hoje, 1 de Maio, a chamar-se Holiday Inn Porto Gaia, por força da sua integração na cadeia hoteleira internacional InterContinental Hotels Group (IHG).
Terminado o contrato com o grupo Sol Meliá, a administração do hotel optou pela integração naquele que é um dos maiores grupos hoteleiros a nível mundial e que conta no seu portfólio com mais de quatro mil hotéis espalhados por todos os cantos do mundo.
Para esta unidade hoteleira instalada em Gaia, o novo contrato, em regime de franchising, é uma possibilidade de alargar horizontes, uma vez que a IHG tem uma expressão mundial, espelhada, designadamente, nos cerca de 50 milhões de clientes aderentes ao cartão de fidelização da cadeia, o «Priority Club».
A IHG passa, assim, a contar com nove unidades hoteleiras no nosso país, o que é uma prova clara do investimento que está a ser feito pelos seus responsáveis em Portugal, acreditando nas potencialidades que o País tem neste sector.
Na região do Grande Porto, o grupo tem prevista, no Verão, a abertura de uma unidade hoteleira na Baixa do Porto, o InterContinental Palácio das Cardosas, que trará grandes vantagens para os clientes e para o hotel do ponto de vista da concentração de sinergias. Esta unidade hoteleira, que goza de uma localização que permite aos clientes usufruir de uma das melhores vistas panorâmicas sobre as cidades do Porto e Gaia, vai manter o seu staff, dirigido por Mónica Gonçalves.
Estrategicamente situado a escassos minutos das mundialmente conhecidas caves de Vinho do Porto e do Centro Histórico, Património Mundial da Humanidade, o hotel tem também num curto raio de quilómetros os maiores centros de negócios da Região Norte, como a Exponor e o Europarque, afirmando-se como o hotel ideal para negócios ou lazer.
O complexo hoteleiro conta com 179 quartos e um luxuoso Spa com piscina de hidroterapia, tratamentos de saúde e beleza e tratamentos anti-stress. Conta, ainda, com 16 salas de reuniões, uma delas situada no último piso, que permite avistar toda a beleza da cidade do Porto. Recentemente, a zona de restauração e lazer, o Food & Friends, foi totalmente remodelada.
Resta referir que o InterContinental Hotels Group é a maior cadeia de hotelaria do mundo em número de quartos. A IHG, em regime de franchising, gestão ou propriedade detém mais de quatro mil hotéis por todo o mundo. O grupo tem um portfólio de marcas de hotéis de grande reputação, onde se incluem os Hotéis InterContinental, Holiday Inn, Holiday Inn Express, Hotel Indigo, Crowne Plaza, Staybridge Suites e Candlewood Suites, a gestão do maior programa de fidelização de hotéis. O grupo prevê, ainda, alargar a sua oferta com mais 1.300 hotéis durante os próximos anos, o que envolve a criação de 160.000 postos de trabalho.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Casa das Pipas convida para visita ao Douro na Páscoaaliando descoberta à boa gastronomia






Um período de descanso no frondoso cenário do Douro é o convite da Casa das Pipas, unidade de enoturismo da Quinta do Portal, para esta Páscoa. E não faltam motivos para uma escapadela ao Douro, com animação para toda a família e a possibilidade de contemplar o serpentear dos vinhedos e apreciar a boa gastronomia local, harmonizada com os vinhos de referência da Quinta do Portal. O programa mais alargado propõe um regime de pensão completa, para três dias/duas noites, com entrada no sábado, 23 de Abril. Depois de uma bebida de boas-vindas o jantar tem lugar no requintado restaurante da Quinta do Portal. O domingo começa com divertimento para os mais pequenos, que terão de andar à caça de ovos de Páscoa pelos jardins fronteiriços à Casa das Pipas, abrindo o apetite para o sofisticado menu especial de Páscoa, onde não falta o tradicional cabrito, confeccionado com um toque gourmet pelo chef Milton Ferreira. Depois de um Folar de carne com saladinha de baby leaves, é então servido o cabritinho assado com alecrim, rosmaninho e tomilho com selecção de legumes da época e batatinhas primor assadas tradicionalmente. Para rematar a refeição, um pão-de-ló cremoso com doce de abóbora, amêndoas e gelado de baunilha. A tarde é novamente dedicada ao lazer, sendo proposto um passeio de barco pelo Douro, seguida de uma visita à adega da Quinta do Portal. Este pacote especial tem um custo de 135 euros por pessoa.
Para quem se deslocar à Quinta do Portal só para a refeição, esta tem um custo de 35 euros, incluindo os vinhos do produtor anfitrião. Para crianças até 12 anos o preço é de 15 euros.
A Casa das Pipas é uma unidade cuja matriz se faz de xisto e que vive o vinho e a vinha a cada detalhe de decoração. A qualidade deste espaço foi já distinguida com o prémio «Best of Wine Tourism» e, mais recentemente, com o galardão «Chave Verde», atribuído pela Associação Bandeira Azul da Europa graças à sua gestão ambientalmente responsável. Também recentemente, a Quinta do Portal foi considerada uma das 100 melhores adegas do mundo.