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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

«Casa Agrícola de Compostela» lança três novos vinhos verdes para os dias quentes de Verão




O produtor minhoto «Casa Agrícola de Compostela», que tem na produção de vinhos verdes de qualidade a sua orientação estratégica, coloca no mercado três novos néctares que aumentam assim o seu portfólio de vinhos. São eles, o «Casa de Compostela Trajadura», o «Casa de Compostela Alvarinho» e «Casa de Compostela Escolha», que cumprem todos os requisitos exigidos aos vinhos verdes de qualidade superior, apresentando-se secos e frutados, óptimos para degustar em dias quentes de Verão, uma altura em que a apetência dos consumidores por este tipo de vinhos tem vindo a ganhar terreno.
«Casa de Compostela Alvarinho»
Casta de alta qualidade e baixa produção, Alvarinho é a imagem mais nobre da Região Demarcada dos Vinhos Verdes. Sendo a sub-região de Monção/Melgaço a que mais vinhos Alvarinho produz, têm surgido produções de excelência fora dessa sub-região, como é o caso deste «Casa de Compostela Alvarinho». Vinho de aroma fino, leve, fresco, com notas florais e de fruta madura e revestida de apontamentos cítricos, que definem a casta Alvarinho. Cheio na boca, com acidez ligeira, tem um final de boca prolongado e persistente, com boa capacidade de envelhecimento. Acompanha na perfeição mariscos, peixes e carnes grelhadas e chega até aos consumidores com preço de venda recomendado de 5.10 euros

«Casa de Compostela Escolha»
Resulta de um blend das castas Arinto e Sauvignon Blanc. Vinho de cor pálida e textura requintada, fresca e viva. De acordo com Horácio Figueiredo, enólogo da «Casa Agrícola de Compostela», “trata-se de um branco divinal, com um arco-íris de perfumes e sabores redondos, em que a fruta madura e os espargos verdes se ligam de forma harmoniosa aos frutos tropicais de manga e maracujá”. Proporciona um casamento perfeito com manjares de eleição, como crustáceos, peixes e carnes nobres. O P.V.P. aproximado deste néctar é de 6.20 euros.

«Casa de Compostela Trajadura»
Tal qual acontece com os vinhos provenientes desta casta branca de qualidade, o «Casa de Compostela Trajadura» apresenta um perfil aromático delicado e com acentuados apontamentos a frutos tropicais. Suave na boca por força da sua baixa acidez, mostra uma frescura elegante e um final persistente. Este vinho proporciona um excelente acompanhamento com o marisco, peixes magros e carnes de aves. Tem um preço de venda recomendado de 2.60 euros.

A empresa
A empresa «Casa Agrícola de Compostela» nasceu na década de 60, do século passado, no seio da região dos vinhos verdes de Portugal. Com sede em Famalicão, a empresa conheceu um upgrade em 2007, com a reconversão apenas de algumas parcelas de vinha no sentido da adopção exclusiva das castas que constituem a base de dois dos novos vinhos- Casa de Compostela-Alvarinho e Casa de Compostela.
Com uma capacidade de produção na casa dos 200 mil litros, o projecto da «Casa Agrícola de Compostela» produz os vinhos Casa de Compostela, Vinha do Alto, Espigueiro e Quinta de Crespos.

A Produção
A produção anual de vinho verde na «Casa Agrícola de Compostela» ronda as 600 pipas (300 mil litros) e os sistemas de plantação mais tradicionais foram ao longo dos tempos substituídos por métodos mais modernos, que facilitam a produção mas mantêm intacta a qualidade da produção. O comportamento das diferentes variedades de uvas é tido como fundamental, pelo que é monitorizado e analisado ao longo do ano. Em meados de Setembro, depois de determinada a maturação de cada casta, são feitas as vindimas. O transporte entre as vinhas e as caves é feito em pequenos recipientes, de forma a evitar o esmagamento das uvas e a consequente fermentação antecipada. As adegas estão equipadas com as tecnologias mais recentes e os vinhos provenientes de cada casta são vinificados e armazenados separadamente; posteriormente, numa fase mais avançada do processo, são cuidadosamente misturados. As mais recentes tecnologias de vinificação incluem um sistema computorizado de controlo do sistema de fermentação, uma linha de engarrafamento exclusiva e um rigoroso controlo laboratorial. Desta forma, os apreciadores dos néctares da «Casa Agrícola de Compostela» têm a garantia de estar perante um vinho em toda a sua plenitude.

Os Prémios…
1989 O Melhor Vinho Verde – 1º Premio – II Cata Internacional de Vino Jovenes Galaico Portugueses (Sileda – Espanha)
1980 O Melhor Vinho Verde – Felmostra
1993 Menção – VIII Concurso Nacional de Vinhos Engarrafados
1995 Melhor Vinho Verde do Produtor – Medalha de Bronze (CVRVV)
1998 Melhor Vinho Verde do Produtor – Medalha de Bronze (CVRVV)
2001 Medalha de Prata – II Concurso ACIC – Cidade de Coimbra
2002 Medalha de Prata – CVRVV
2004 O Melhor Vinho Verde do Produtor – Medalha de Bronze (CVRVV)
2008 O Melhor Vinho Verde do Produtor – Medalha Honrosa (CVRVV)
2009 O Melhor Vinho Verde do Produtor – Medalha Honrosa (CVRVV)
2009 Medalha de Prata – Concurso de Vinhos Portugueses - Santarém
2009 Concurso a Melhor Vinha 2009 – medalha de bronze (CVRVV)

Grandes Quintas Colheita Branco 2010, um vinho elegante com a marca de qualidade da Casa d´Arrochella




O produtor duriense Casa d´Arrochella brinda os consumidores com um novo vinho. O Grandes Quintas Colheita Branco 2010 é a nova aposta da empresa, que lança no mercado mais de 6 500 unidades engarrafadas em Maio deste ano. Trata-se de um vinho de aspecto brilhante, aroma fino e complexo com aromas a maçãs maduras e flores silvestres. Segundo as notas de prova do enólogo Luís Soares Duarte, esta nova colheita, proveniente das castas Malvasia Fina, Síria e Gouveio, apresenta-se elegante e complexo na boca, frutado, fresco, volumoso, terminando longo, mineral e com finura.
Um vinho que chega ao mercado com um preço recomendado de sete euros e que pelas suas características terá um envelhecimento em garrafa muito positivo durante os próximos quatro anos.

A Sociedade Agrícola Casa d’Arrochella
É na sub-região do Douro Superior, entre Vila Flor, Moncorvo e Foz Côa que o projecto é desenvolvido com a paixão e o envolvimento cultural de quem tem uma ligação secular ao Douro. O administrador da Casa d’Arrochella, Bernardo de Arrochela Alegria, é o grande impulsionador deste projecto. As vinhas da Sociedade Agrícola Casa d’Arrochella – Quinta do Cerval, Quinta do Nabo, Quinta das Trigueiras, Quinta de Vale d´Arcos e Quinta da Peça – estendem-se ao longo de 115 hectares. A adega tem capacidade para a produção de cerca de 300 000 litros, com dois lagares de granito e cubas de fermentação em inox.
Os vinhos e azeites Grandes Quintas são distribuídos, em regime de exclusividade no continente e ilhas, por uma das mais conceituadas distribuidoras nacionais de vinhos, a Vinalda.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Casa das Pipas convida a acompanhar tradição da vindima na Quinta do Portal





Com os grandes dias de vindima às portas, a Casa das Pipas, localizada em Celeirós do Douro, Sabrosa, tem já disponível o programa especial «Vindimas no Douro», para que possa desfrutar ao máximo de todos os detalhes da actividade vinícola, que assume cada vez maior relevo no País.
O programa convida a passar duas noites numa das unidades de enoturismo da Quinta do Portal, oferecendo, para lá do alojamento, pequeno-almoço, visita às vinhas e participação na vindima, visita à adega da Quinta do Portal, prova de vinhos, um jantar, um almoço gourmet, um jantar vínico e participação nas tradicionais Lagaradas, onde as pessoas são instadas a fazer a pisa das uvas. O vinho e as uvas são ingredientes fundamentais na confecção do chef Milton Ferreira, que preparou um menu especial para esta data, onde os cogumelos salteados com vinho do Porto, a sopa da vindima, o cabrito assado com alecrim e batatinhas recheadas com fumeiro transmontano ou o strudel de uvas frescas com sabayon de vinho do Porto são só algumas das sugestões, harmonizadas com os néctares de eleição da Quinta do Portal.
O preço deste programa varia entre os 220 e os 250 euros por pessoas, na Casa das Pipas, e entre os 220 e os 275 na Casa do Lagar.
Caso não queira perder a oportunidade única de passar pelas vindimas, mas não esteja interessado em pernoitar, a Quinta do Portal criou um outro programa que prevê participação no corte da uva logo pela manhã, devidamente equipado com um kit fornecido pelo produtor, seguindo-se um almoço no restaurante da Quinta do Portal. Da parte da tarde realiza-se uma visita à adega e uma prova de vinhos, após as quais terá lugar um jantar gourmet. À noite, a não perder, a tradicional Lagarada. Preços a partir de 55 euros.
Situada no coração da ímpar Região Demarcada do Douro, a Quinta do Portal tem vindo a ser consecutivamente reconhecida mundialmente, quer pelos seus vinhos, quer pela sua capacidade enoturística. Além das medalhas e dos prémios conquistados pelos seus néctares, também a Casa das Pipas tem recebido inúmeras distinções. Já venceu duas vezes prémios do Best of Wine Tourism, ostenta o «Galarão Internacional Chave Verde» e a prestigiada revista norte-americana «Forbes» elegeu mesmo a Quinta do Portal como um dos dez melhores destinos vinhateiros de todo o mundo. A inauguração do armazém de envelhecimento de vinhos desenhado pelo arquitecto Siza Vieira tem sido outro trunfo do pólo enoturístico da Quinta do Portal.

Com os grandes dias de vindima às portas, a Casa das Pipas, localizada em Celeirós do Douro, Sabrosa, tem já disponível o programa especial «Vindimas no Douro», para que possa desfrutar ao máximo de todos os detalhes da actividade vinícola, que assume cada vez maior relevo no País.
O programa convida a passar duas noites numa das unidades de enoturismo da Quinta do Portal, oferecendo, para lá do alojamento, pequeno-almoço, visita às vinhas e participação na vindima, visita à adega da Quinta do Portal, prova de vinhos, um jantar, um almoço gourmet, um jantar vínico e participação nas tradicionais Lagaradas, onde as pessoas são instadas a fazer a pisa das uvas. O vinho e as uvas são ingredientes fundamentais na confecção do chef Milton Ferreira, que preparou um menu especial para esta data, onde os cogumelos salteados com vinho do Porto, a sopa da vindima, o cabrito assado com alecrim e batatinhas recheadas com fumeiro transmontano ou o strudel de uvas frescas com sabayon de vinho do Porto são só algumas das sugestões, harmonizadas com os néctares de eleição da Quinta do Portal.
O preço deste programa varia entre os 220 e os 250 euros por pessoas, na Casa das Pipas, e entre os 220 e os 275 na Casa do Lagar.
Caso não queira perder a oportunidade única de passar pelas vindimas, mas não esteja interessado em pernoitar, a Quinta do Portal criou um outro programa que prevê participação no corte da uva logo pela manhã, devidamente equipado com um kit fornecido pelo produtor, seguindo-se um almoço no restaurante da Quinta do Portal. Da parte da tarde realiza-se uma visita à adega e uma prova de vinhos, após as quais terá lugar um jantar gourmet. À noite, a não perder, a tradicional Lagarada. Preços a partir de 55 euros.
Situada no coração da ímpar Região Demarcada do Douro, a Quinta do Portal tem vindo a ser consecutivamente reconhecida mundialmente, quer pelos seus vinhos, quer pela sua capacidade enoturística. Além das medalhas e dos prémios conquistados pelos seus néctares, também a Casa das Pipas tem recebido inúmeras distinções. Já venceu duas vezes prémios do Best of Wine Tourism, ostenta o «Galarão Internacional Chave Verde» e a prestigiada revista norte-americana «Forbes» elegeu mesmo a Quinta do Portal como um dos dez melhores destinos vinhateiros de todo o mundo. A inauguração do armazém de envelhecimento de vinhos desenhado pelo arquitecto Siza Vieira tem sido outro trunfo do pólo enoturístico da Quinta do Portal.

«Quanta Terra» apresenta o melhor do seu Douro!





“o carácter de um vinho é determinado pelo Terroir e a qualidade
é determinada pelo homem” Celso Pereira e Jorge Alves


Um tinto, grande reserva, de 2008 e um branco, reserva, de 2010, são as mais recentes apostas da empresa duriense «Quanta Terra», dos enólogos e sócios Celso Pereira e Jorge Alves.
Depois das excelentes criticas, por parte da comunidade enófila, aos anteriores néctares apresentados pela «Quanta Terra», os seus responsáveis orgulham-se de agora fazer chegar ao mercado o «Quanta Terra Grande Reserva 2008» e o «Terra a Terra Reserva 2010». Dois vinhos capazes de surpreender até os mais incautos.
O novo tinto, resulta da selecção de quatro das tradicionais castas da Região Demarcada do Douro. São elas, Touriga Nacional (60%), Touriga Franca (23%), Tinta Barroca (11%) e Sousão (6%). Vindimado manualmente este «Quanta Terra Grande Reserva 2008», estagiou durante 12 longos meses em barricas usadas de carvalho francês, tendo sido engarrafado em Dezembro de 2010.
De cor ruby, mostra-se estruturado e muito equilibrado na boca. Este néctar é um perfeito acompanhante de pratos de carne, caça e toda a cozinha tradicional portuguesa. Refira-se que o preço de venda a público ronda os 18 euros.
O outro vinho agora lançado é o branco «Terra a Terra Reserva 2010». Também ele vindimado manualmente, estagiou em cubas de inox e barricas usadas. Das castas Gouveio, Viosinho e Rabigato, este néctar apresenta-se de cor citrina e boa intensidade aromática, assim como uma excelente acidez. Com um teor alcoólico de 13,76%Vol., chega às melhores garrafeiras com um preço de venda a público que rondará os 10 euros.
Resta referir que a empresa «Quanto Terra – Sociedade de Vinhos, Lda.» foi constituída em 1999, por Celso Pereira e Jorge Alves, dois reputados enólogos do Douro, depois de terem iniciado uma rigorosa prospecção em dez propriedades do Cimo Corgo e Douro Superior, para averiguar da possibilidade de produzir vinhos tintos DOC/Douro. A maioria acabou por ser rejeitada, por não cumprirem os parâmetros previamente estabelecidos. Desta selecção ficou a Quinta do Tralhão onde, desde 1999, a «Quanta Terra - Sociedade de Vinhos, Lda», produz os Douro D.O.C. «Quanta Terra».
O «Quanta Terra Grande Reserva 2008» e «Terra a Terra Reserva 2010» serão distribuídos em Portugal pela empresa «CVQ».

Quinta do Portal lidera mercado nacional dos vinhos rosés DOC Douro!




A Quinta do Portal lidera as vendas, na área dos rosés DOC Douro, tendo para isso contribuído o excelente comportamento deste produto no último ano. A tendência dos apreciadores para consumir vinhos leves e doces tem vindo a aumentar gradualmente e dentro desse segmento a Quinta do Portal vem marcando uma posição de vanguarda que vai na esteira da sua actuação.
“Isto é tanto mais significativo quando no ano anterior havia seis empresas que vendiam mais do que nós, representando mais do que 10 por cento do mercado”, revela Manuel Castro Ribeiro, director-geral da empresa. Os resultados fizeram-se sentir no mercado interno, mas a grande qualidade dos vinhos rosés DOC Douro da Quinta do Portal impuseram-se, também, de sobremaneira no exterior, com a componente da exportação a assumir uma parcela muito importante nas vendas.
Durante muitos anos, o vinho rosé foi visto como um produto menor. Depois de na década de 50 ter sido um dos vinhos mais vendidos do mundo caiu em descrédito. Mas o certo é que a última década veio inverter a tendência e os consumidores começaram a deixar os vinhos mais tradicionais e encorpados para as refeições e a optar por vinhos mais alegres, frescos e joviais para actos festivos ou até mesmo para beber socialmente, por exemplo durante uma tarde de conversa numa esplanada. Os rosés surgem como uma alternativa aos brancos e espumantes e já cativando novos consumidores, como os jovens e o público feminino, que procuram néctares com um teor alcoólico menor e mais frutados, e que se encontram no mercado com um preço muito competitivo.
De acordo com especialistas quer gourmet, quer enófilos, o rosé é um vinho jovial, óptimo para consumir nos dias quentes de Verão, mas que também pode ser consumido durante todo o ano, sendo que acompanha bem aqueles pratos em que o vinho branco é demasiado leve e o tinto se sobrepõe ao sabor da refeição, como são exemplo as carnes magras, peixes e massas.
Fazer um bom rosé não é para todos. Desengane-se, portanto, quem pensa que a vinificação é simples. Na verdade, o trabalho de vinificação de um rosé de qualidade é tão exigente como o de qualquer outro vinho, como é o caso do Portal Rosé, que provém das castas Touriga Nacional, Tinta Roriz, Touriga Franca e Tinta Barroca. Depois de se proceder ao desengace com esmagamento, a que se segue a maceração a frio – até que seja obtida a cor suficiente para iluminar a garrafa –, passa-se a fermentação em cubas de inox, cuja temperatura é rigorosamente controlada.
O Portal Rosé chega aos consumidores com uma cor rosada muito atractiva. No nariz exibe aromas jovens, assim como frutos vermelhos com notas florais. Na boca este néctar revela excelente acidez, com um final firme e fresco.
A qualidade destes vinhos rosé da Quinta do Portal pode ser atestada pelos prémios alcançados no International Wine Chalhenge, nos Decanter Awards e no Concours Mondial du Rose.
Sediada em Celeirós do Douro, Sabrosa, a Quinta do Portal dedica-se ao conceito boutique winery, e, até há pouco tempo, especialmente à produção de vinhos DOC Douro, vinhos do Porto de categorias especiais e moscatéis. Mais recentemente começou a produzir azeite e conta, ainda, no seu projecto com uma vertente enoturística assente em duas unidades de turismo rural e num armazém de envelhecimento de vinhos desenhado pelo arquitecto Siza Vieira, que têm merecido vários prémios. Os galardões conquistados nacional e internacionalmente pelos seus vinhos têm conferido a esta empresa uma marca de qualidade e distinção.