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segunda-feira, 16 de maio de 2011

Quinta da Alorna a produzir vinhos de qualidade desde 1723






O projecto vitivinícola da Quinta da Alorna desenvolve-se em terras ribatejanas, onde a vinha e o vinho têm uma presença marcada e marcante em quase toda a região. Sediada em Almeirim, a Quinta da Alorna existe desde 1723, tendo uma gestão conduzida por profissionais especializados, apesar de manter a sua componente familiar que data de há séculos. Para lá da vitivinicultura, alarga a sua actividade a outras áreas como a agricultura e floresta, contando ainda com um centro equestre.
A quinta deve o seu nome ao primeiro proprietário, D. Pedro de Almeida, vice-rei da Índia, a quem D. João V concedeu o título de I Marquês de Alorna por actos de bravura na tomada da praça-forte de Alorna, na Índia. Tendo comprado o Casal de Vale de Nabais em 1723, quando regressou a Portugal D. Pedro de Almeida fez dele o núcleo central de um vasto grupo de propriedades onde plantou as primeiras vinhas, mudando-lhe o nome para Quinta da Alorna.
No palácio da quinta, de estilo sóbrio mas distinto, nasceram e viveram várias gerações de Alornas, incluindo D. Leonor (1750-1839), Marquesa de Alorna, notável poetisa e pintora, que aqui escreveu algumas das obras que a tornariam célebre.
Este é o cenário onde hoje prosperam 260 hectares de vinha, que correspondem a uma capacidade de produção que ronda os 1.5 milhões de litros, muito por força dos sucessivos investimentos que foram sendo feitos na adega desde 2001 equivalendo a cerca de cinco milhões de euros. A vinha conta com castas como a Touriga Nacional, Castelão, Trincadeira, Tinta Miúda, Cabernet Sauvignon, Syrah, Tinta Roriz e Alicante Bouschet, entre as tintas. As castas brancas que dão origem a alguns dos vinhos da Quinta da Alorna são Fernão Pires, Arinto, Verdelho, Trincadeira das Pratas e Chardonnay. Recentemente foram introduzidas novas castas, nomeadamente, Marsanne e Moscatel.
A produção está orientada, sobretudo, para os vinhos tintos e rosés, que são responsáveis por 70% da produção, sendo os restantes 30% de vinhos brancos, num volume de negócios que em 2010 rondou os quatro milhões de euros.
Os vinhos da Quinta da Alorna estão presentes em 20 países, ocupando as exportações uma importante fatia do volume de negócios da empresa: 57%. Suécia, Alemanha, Canadá, Angola, Bélgica, Suíça, Polónia, Holanda, Reino Unido, Estados Unidos da América, Brasil, São Tomé e Príncipe, Macau, Finlândia, Dinamarca, Noruega, Japão, China, Malásia e Dinamarca são os países onde é possível encontrar os vinhos da Quinta da Alorna.

Restaurante Food & Friends associa-se ao Porto Restaurant Week




Mais uma edição e mais uma presença do Restaurante Food & Friends do Hotel Holiday Inn Porto Gaia no «Porto Restaurant Week», que decorre de 19 a 28 de Maio. A boa adesão registada no ano transacto ditou nova participação num evento que tem lugar em várias cidades do mundo e que procura oferecer aos consumidores a possibilidade de degustar refeições requintadas, em restaurantes de nomeada, a um preço muito abaixo daquele que é praticado fora desta época.
A ementa, que está disponível ao almoço e ao jantar, consta de uma entrada composta por uma alheira de caça sobre puré de maçã reineta ou crocante de pão alentejano com ovo escalfado e chutney de tomate e cebola roxa. O prato principal são filetes de salmão em polme de sésamo, com risotto de tomate e manjericão, ou medalhões de porco preto salteados com migas de poejo e tomate. Para sobremesa as sugestões passam por creme de café, mascarpone e amareto em doce sopa de morangos frescos e hortelã, ou papos de anjo em creme de ovos e sorvete de limão.
O menu tem um preço de19+1 euros. O «+1» tem um cariz social, e contribui para ajudar instituições de solidariedade. Uma oportunidade para visitar o Restaurante Food & Friends, de um hotel que muito recentemente passou a integrar uma das maiores cadeias hoteleiras mundiais, a InterContinental Hotels Group (IHG).

O Holiday Porto Gaia:

O Holiday Inn Porto Gaia situa-se na zona residencial de Vila Nova de Gaia. As áreas do lobby, restaurante e bar foram remodeladas, criando assim um espaço ainda mais acolhedor para os clientes. Neste mês, o hotel, ex-Meliá Gaia Porto, passou a integrar o gigante hoteleiro IHG, alargando os seus horizontes em termos de mercado e de potenciais clientes, uma vez que o cartão de fidelização da IHG, o «Priority Club, conta com uma carteira de clientes que ronda os 50 milhões de pessoas.

Casa das Pipas revalida galardão chave verde pelas boas práticas ambientais



As preocupações e medidas ambientais aplicadas pelo produtor de vinhos duriense Quinta do Portal voltaram a ser reconhecidas pela Associação Bandeira Azul da Europa, que voltou a atribuir o galardão «Chave Verde» à unidade hoteleira de enoturismo Casa das Pipas.
Há quatro anos consecutivos que a Casa das Pipas vem ganhando este prémio, o que se explica pela constante preocupação com a sustentabilidade ecológica, visível na preocupação com a redução e separação de resíduos para reciclagem, no uso racional de bens de consumo como a água e a electricidade, bem como numa pedagogia global junto dos seus hóspedes, fornecedores e visitantes de todo o complexo.
Com treze quartos, a Casa das Pipas está situada em Celeirós do Douro, concelho de Sabrosa, no coração do Douro Património Mundial da Humanidade. É com esta realidade excitante como sala de visitas que uma casa feita de xisto, onde o vinho e a vinha são presença constante, seja na decoração, seja na fachada, que a sociedade Quinta do Portal convida a uma visita para desfrutar da paisagem deslumbrante do Alto Douro Vinhateiro, num ambienta familiar e propício ao descanso.
A Casa das Pipas dispõe de todas as comodidades de uma unidade hoteleira moderna, onde se inclui piscina e ginásio. A Quinta do Portal tem ainda uma outra unidade de enoturismo, mais pequena, a Casa do Lagar, mas igualmente charmosa e requintada.
Para além desta distinção «Chave Verde», a Casa das Pipas já conquistou o prestigiado prémio «Best of Wine Tourism» e o complexo enoturístico da Quinta do Portal foi considerado pela revista Forbes como um dos melhores dez destinos vinhateiros do mundo. Deste complexo faz parte um armazém de envelhecimento de vinhos desenhado pelo arquitecto Siza Vieira, recentemente inaugurado, e que valeu o Prémio de Arquitectura do Douro 2011.