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quinta-feira, 12 de julho de 2012

Casa das Pipas, no Douro, propõe miniférias diferentes em contacto com o campo e a tradição das vindimas!






Os portugueses estão a voltar a tomar contacto com o campo. Os momentos de relaxamento total e de sossego absoluto que a apaixonante paisagem do Douro proporcionam têm na Casa das Pipas, unidade de enoturismo do produtor duriense Quinta do Portal, um dos seus expoentes máximos.
Assim, os seus responsáveis criaram para este Verão várias propostas para que os visitantes tomem contacto com a excitante realidade do vinho, na companhia dos bons sabores transmontanos, de arquitectura de vanguarda e, claro, dos multipremiados vinhos da Quinta do Portal. O tradicional programa das vindimas convida a passar duas noites na Casa das Pipas, com dois jantares, um almoço, visita à adega, prova de vinhos, participação na tradicional lagarada e participação noas vindimas, através do corte de uva, acção para a qual a Quinta do Portal fornece um kit de vindima. Tudo por preços entre os 220 e 250 euros por pessoa. Caso pretenda participar nas vindimas, usufruir de um jantar gourmet no restaurante da Quinta do Portal e fazer uma prova de vinhos, o preço é de 85 euros por pessoa.

O programa está disponível de 1 de Setembro até 15 de Outubro e as reservas podem ser efectuadas através do endereço reservas@quintadoportal.pt ou do telefone 259 937 000.

Mas a Casa das Pipas quer convidar a fugir do turismo massificado e a passar umas miniférias de Verão no recato do Douro. Por isso criou mais uma oferta em vigor até 31 de Agosto, propondo que passe três dias/duas noites num destino que se calhar não costuma ser o mais procurado. Por apenas 300 euros por casal, o cliente tem a oportunidade de fazer duas noites na Casa das Pipas ou na Casa do Lagar, com dois jantares, visita às caves de envelhecimento, passeio de barco ou comboio.

Com treze quartos, a Casa das Pipas está situada em Celeirós do Douro, concelho de Sabrosa, no coração do Douro Património Mundial da Humanidade. É com esta realidade excitante como sala de visitas que uma casa feita de xisto, onde o vinho e a vinha são presença constante, seja na decoração, seja na fachada, que a sociedade Quinta do Portal convida a uma visita para desfrutar da paisagem deslumbrante, num ambiente familiar e propício ao descanso.

A Casa das Pipas dispõe de todas as comodidades de uma unidade hoteleira moderna, onde se inclui piscina e ginásio. A Quinta do Portal tem ainda uma outra unidade de enoturismo, mais pequena, a Casa do Lagar, mas igualmente charmosa e requintada.

A Casa das Pipas já conquistou o prestigiado prémio «Best of Wine Tourism» e o complexo enoturístico da Quinta do Portal foi considerado pela revista Forbes como um dos melhores dez destinos vinhateiros do mundo. Deste complexo faz parte um armazém de envelhecimento de vinhos desenhado pelo arquitecto Siza Vieira, que valeu nova nomeação para Best of Wine Tourism e o Prémio de Arquitectura do Douro 2011.


quarta-feira, 11 de julho de 2012

«Grandes Quintas Reserva 2009» candidato aos “óscares” do vinho, em Londres!



Uma medalha de Ouro e, posteriormente, a distinção com dois troféus, respectivamente o «Red Douro Trophy» e o «Portuguese Red Trophy», deram uma candidatura directa ao «Grandes Quintas Reserva Tinto 2009» – do produtor duriense Casa d’Arrochella –, no «IWC Awards Dinner 2012», evento considerado pela comunidade enófila mundial como “the Oscars of the Wine Trade”, e que terá lugar no próximo dia 11 de Setembro, na capital inglesa.


A qualidade do Grandes Quintas Reserva Tinto 2009, do produtor duriense Casa d’Arrochella, já havia sido reconhecida no International Wine Challenge 2012, com a atribuição de uma Medalha de Ouro. Assim, e na sequência desta distinção, no passado dia 20 de Junho, os vinhos deste produtor duriense estiveram em prova no «Taste of Gold», que se realizou, uma vez mais, em terras de Sua Majestade. Este evento, de grande cartel e onde só os premiados dos premiados haveriam de marcar presença, distinguiu o Grandes Quintas Reserva Tinto 2009 com dois importantes troféus: o «Red Douro Trophy» e o «Portuguese Red Trophy».

Agora, e depois de todas as distinções referidas, no próximo mês de Setembro, Bernardo Alegria, administrador da Casa d’Arrochella, ficará a saber se traz para território nacional o galardão máximo, o «Champion Red Wine Award 2012», apelidado de o “Óscar dos Vinhos”, no já referido evento «IWC Awards Dinner 2012». Um acontecimento onde são esperados mais de 750 jornalistas, bem como profissionais da área de vinhos, de todo o mundo.

“Estas são distinções que atestam a qualidade dos vinhos produzidos pela Casa d´Arrochela, e são para nós muito gratificantes”, considera Bernardo Alegria. “Tal como uma vinha demora cinco anos a dar a sua primeira graça, uma marca precisa do mesmo tempo para se destacar, e a sucessão anual deste tipo de prémios e distinções enche-nos de orgulho”, acrescenta o referido administrador.

Produzido a partir de mais de 80% de vinhas velhas, onde predominam as castas Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca, as notas de prova do Grandes Quintas Reserva Tinto 2009 apontam para um vinho denso e profundo em termos de aroma. As notas balsâmicas do eucalipto do estágio equilibram-se com notas de frutos maduros e florais da casta. Na boca é elegante, de taninos finos, delicados, frescos, com notas vegetais, mentoladas, terminando persistente e elegante. Pelas suas características, prevê-se que possa envelhecer de uma forma muito positiva em garrafa durante os próximos dez a quinze anos. Este vinho está disponível nas melhores garrafeiras do País, a um preço aproximado de 13,5€.

Refira-se que o International Wine Challenge é um dos maiores concursos anuais de vinhos, tendo tido este ano em competição cerca de 19 000 vinhos. Realiza-se em Londres, desde 1984, ocorrendo durante duas semanas sob a avaliação de mais de 400 provadores.

Casa d’Arrochella

Com cerca de 600 hectares, 115 dos quais de vinha, distribuídos por cinco quintas – Quinta do Cerval, Quinta do Nabo, Quinta das Trigueira, Quinta de Vale d´Arcos e Quinta da Peça –, a Casa d’Arrochella integra-se numa nova geração de produtores de vinho da Região Demarcada do Douro. É na sub-região do Douro Superior, entre Vila Flor, Moncorvo e Vila Nova de Foz Côa que o projecto é desenvolvido com a paixão e o envolvimento cultural de quem tem uma ligação secular ao Douro.

A sua adega, totalmente equipada segundo os mais rigorosos critérios em vigor na actualidade, tem capacidade para a produção de cerca de 300 000 litros.



segunda-feira, 2 de julho de 2012

Ouro em Bordéus para o Quinta do Quetzal


Reserva Tinto 2008


Mais uma prova da qualidade dos vinhos produzidos na Vidigueira pela Quinta do Quetzal. No concurso mundial Les Citadelles du Vin 2012, o «Quinta do Quetzal Reserva Tinto 2008» alcançou uma medalha de ouro, tendo Portugal entrado na competição com 113 vinhos. Os 50 jurados decidiram premiar este néctar de cor rubi intensa e imensa fruta. Trata-se pois, de mais um belo exemplar do que de melhor as vinhas do Alentejo têm para dar.

O projecto da Quinta do Quetzal nasce da paixão do casal Holandês Inge e Cees de Bruin por Portugal e pela Região Sul do País e muito particularmente pela nossa gastronomia. Depois de quase trinta anos de ligação a Portugal, decidiram em 2002 avançar com o projecto, começando a rentabilizar a Quinta do Quetzal, com 45 hectares de vinha localizados na freguesia de Vila de Frades, Vidigueira. Nas imediações ficam as ruínas da vila romana de S. Cucufate, onde foi descoberta a mais antiga adega da Península Ibérica.

A adega da Quinta do Quetzal é um projecto arquitectónico dos arquitectos eborenses Filipe Nogueira Alves e Margarida Direitinho. A inspiração está, por um lado, na adega da vizinha vila romana de S. Cucufate, datada do sec. I d.C. e, por outro, nos silos de cereais típicos da região do Alentejo. Dessa inspiração, nasceu a moderna adega da Quinta do Quetzal. Trata-se de uma adega redonda, definida por linhas puras e materiais contemporâneos. Aqui, todo o processo de vinificação decorre num circuito que se inicia no topo da adega e termina na cave, aproveitando o efeito da gravidade, sem recurso a bombas mecânicas, mantendo a tradição e a ligação à história vitivinícola alentejana.