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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Celebre o S. Martinho na companhia dos sabores durienses e descanse no recanto oitocentista da Casa da Lavand’eira




O Outono é indissociável da chegada dos dias frios, mais cinzentos, a pedir mais um casaco e outro aconchego. Mas se a tradição se mantiver, o 11 de Novembro trará o Verão de S. Martinho, que este ano deve ser celebrado na Casa da Lavand’eira, em Baião.


Esta casa oitocentista, recuperada para o turismo de habitação, criou um programa especial para esta data, convidando para uma estadia no conforto desta charmosa unidade hoteleira, situada a escassas dezenas de quilómetros da cidade do Porto, mas já casada com a deslumbrante paisagem duriense e um jantar de S. Martinho.

A romântica proposta de um fim-de-semana passado entre um ambiente senhorial e os bons sabores da região, começa com o check-in a partir das 14h00 do dia 10 de Novembro, podendo o visitante ganhar apetite para o jantar passeando pelos frondosos jardins da quinta. Para as 19h30 está marcado o jantar no salão de eventos da Casa da Lavand’eira acompanhado de música ao vivo e a presença do humorista Paulo Baldaia. À volta da mesa, as propostas passam pela tradicional gastronomia da região, podendo contar nas entradas com rojõezinhos, broa, azeitonas, cogumelos salteados e salpicão com ovos, seguido de um creme de legumes da horta e uma perna de porco assada, com castanhas e nabiças, acompanhada com arroz do forno e batatinhas. As sobremesas incluem maçãs assadas, pudim caseiro ou creme de água.

Para as 23h00 está marcado o momento das “castanhas quentes e boas”, acompanhadas com vinho novo da quinta.

O alojamento de uma noite para o fim-de-semana, com pequeno-almoço e jantar de S. Martinho, para duas pessoas, tem um custo de 100 euros. Se pretender, apenas, ter um jantar de convívio de amigos ou família, este tem um custo de 20 euros por pessoa, sendo que as crianças dos três aos dez anos têm um desconto de 50 por cento.

Localizado na aldeia de Ancede, em Baião, este solar, outrora pertença da nobreza ibérica e cuja fachada se faz de granito, foi recentemente renovado mantendo, todavia, a traça original. Trata-se de um paraíso escondido, onde reina a natureza tal qual ela é. São quilómetros de campos verdejantes, onde é possível observar moinhos antigos, quedas de água naturais no rio Ovil, afluente do Douro, cultura de vinha e cavalos. Tudo o que os amantes da natureza e do mundo rural procuram, num exemplo claro do modus vivendi das gentes durienses.

A Casa da Lavand’eira tem oito suites, todas com casa de banho privativa e aquecimento central, um amplo salão, uma sala de estar, duas salas de jantar, sala de jogos e cozinha com lareira tradicional. Uma capela de elevado valor artístico, um museu de carros antigos, um picadeiro, cavalos e uma piscina fazem também parte do rol de ofertas.


 

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