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terça-feira, 27 de agosto de 2013


 
“Água” inspira formandos de ourivesaria
no Prémio PortoJoia Design
 
A PortoJoia – Feira Internacional de Joalharia, Relojoaria e Ourivesaria – regressa à Exponor entre 26 e 29 de Setembro para se afirmar, uma vez mais, como a grande montra nacional de um sector pujante e inovador, que tem mostrado a capacidade de Portugal em fazer bem.
No âmbito da PortoJoia, que a Exponor promove há 24 anos consecutivos, a criatividade dos estudantes e formandos de cursos de ourivesaria pode ser apreciada através da mostra das peças originais concorrentes à 9ª edição do Prémio PortoJoia Design, este ano obedecendo ao mote da “água”, visto que, por resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas, 2013 é o Ano Internacional da Água.
Aberto a todos os estudantes e formandos de design de joias, de produto e de cursos de ourivesaria, o concurso tem como objectivo distinguir, pela inovação e design, peças de joalharia e ourivesaria de adorno pessoal e decorativas, apresentadas pela primeira vez ao público.
O desafio é, assim, lançado aos estudantes e formandos de cursos de ourivesaria para que apresentem as suas propostas originais a partir daquele mote, numa iniciativa que se tem mostrado determinante para revelar novos talentos e aproximar os estudantes do mercado de trabalho.
Esta preocupação preside, também, à realização do Espaço Escola, uma actividade que decorre na Feira e que visa aproximar as empresas das escolas e centros de formação, através da divulgação de programas de formação e de práticas que mostram como se aplicam e cruzam técnicas ancestrais e inovadoras na fabricação de joias e peças decorativas.
As propostas patentes na PortoJoia despertam, habitualmente, grande interesse entre profissionais e empresários estrangeiros. Para esta edição estão convidados compradores, distribuidores e importadores de países como o Reino Unido, Rússia, Polónia, República Checa, Alemanha, Ucrânia, Hungria, Cazaquistão, Arménia, Omã e Emirados Árabes Unidos, que manterão reuniões bilaterais com vista ao estabelecimento de negócios.
Atendendo a números de edições anteriores, calcula-se que mais de 50 por cento dos contactos estabelecidos nestes encontros acabam por ser profícuos, redundando em negócios fechados.