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terça-feira, 9 de setembro de 2014

Com o professor catedrático Rui Nunes e o gestor Domingos Nascimento

"Uma Agenda para Portugal" provoca
reflexão sobre a reforma do sistema político

- a 24 de Setembro, no Museu de Lamego

"Reforma do sistema político" é o tema da primeira conferência que o Fórum Democracia & Sociedade - Uma Agenda para Portugal promove após a rentrée, como forma de dar um novo impulso à promoção da cidadania activa nas mais variadas regiões do País.
Desta vez, a sessão vai realizar-se no Museu de Lamego, pelas 18h00 de 24 de Setembro (quarta-feira), sendo a entrada livre.

O lançamento da reflexão estará a cargo do catedrático da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e ex-presidente da Entidade Reguladora da Saúde, Rui Nunes, fundador do Fórum Democracia & Sociedade - Uma Agenda para Portugal, sendo a moderação da responsabilidade do gestor Domingos Nascimento, administrador do Grupo Eurogestão e presidente da Assembleia Municipal de Tarouca.



Congresso Nacional de Bioética debate
igualdade e não discriminação

 Dias 26 e 27 de setembro na Faculdade de Medicina do Porto

Género, idade, estrato social, deficiência e outros vetores que impõem frequentemente barreiras à vida em sociedade vão focar a atenção dos diversos especialistas que participam no 13.º Congresso Nacional de Bioética, a realizar em 26 e 27 de setembro, na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP).
“Dos direitos das crianças à transplantação de órgãos, da igualdade de género à escola inclusiva, vamos analisar desapaixonadamente questões que se nos deparam no quotidiano e constituem discriminação negativa, muitas vezes silenciosa, que impede a assunção da vida em pleno por todo e qualquer cidadão”, aponta o professor catedrático Rui Nunes, presidente da Associação Portuguesa de Bioética e responsável pelo Departamento de Ciências Sociais e Saúde da FMUP, que organizam o evento.
“São temas sobre os quais devemos refletir ponderada e objetivamente se queremos construir uma sociedade mais ética, responsável e civilizacionalmente avançada”, explica Rui Nunes, avançando que a sessão de abertura conta com a participação do presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira.
O tema das jornadas, “Igualdade e não discriminação”, servirá também de mote ao 5.º Fórum Luso-Brasileiro de Bioética, a decorrer em paralelo, e será analisado parcelarmente em diversas conferências, mesas-redondas e comunicações livres a realizar ao longo dos dois dias.
Após a abertura por Rui Nunes, que é fundador do Fórum Democracia e Sociedade - Uma Agenda para Portugal e ex-presidente da Entidade Reguladora da Saúde, os trabalhos iniciam-se com uma mesa-redonda sobre “Igualdade de oportunidades no mundo global” em que serão confrontadas perspetivas das áreas da saúde (José Manuel Silva), educação (José Matias Alves) e emprego (Stela Barbas), sob a moderação da jornalista especializada em questões da saúde Marina Caldas.
Uma conferência acerca da “Igualdade de género na sociedade plural” pela presidente da Sociedade Brasileira de Bioética, Regina Parizi, encerra a sessão da manhã, enquanto a tarde será preenchida com um debate sobre “Não discriminação: contextos e configurações”. Moderado pela professora da FMUP Guilhermina Rego, especialista em bioética, ética e gestão na saúde e ex-vereadora do Conhecimento e Coesão Social da Câmara Municipal do Porto, a sessão conta com os contributos de personalidades dedicadas a diferentes áreas: Anabela Leão (sociedade inclusiva), Ivone Duarte (deficiência), Eduardo Carqueja (idade) e Helena Melo (saúde).
O segundo dia do programa será preenchido, além do encontro luso-brasileiro, por comunicações livres que abordam questões como a eficiência em saúde ou tempos ética e clinicamente aceitáveis, igualdade de género, violência doméstica, escola inclusiva, educação para os valores e Testamento Vital, entre outros.

Refira-se que os professores Rui Nunes e Helena Melo foram os principais impulsionadores da recente criação da figura jurídica do "testamento vital", a 1 de Julho, a partir do qual cada cidadão passou a ter o direito de estabelecer antecipadamente a sua vontade, nomeadamente quanto aos cuidados de saúde a receber em fim de vida caso esteja impossibilitado de o fazer de forma autónoma.