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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Dia 8 de Março, as mulheres têm desconto de 50%

Restaurante ‘O Xarroco’ celebra o Dia da Mulher

Reflectir sobre a condição feminina é o princípio do ‘Dia da Mulher’, mas a data serve também para mostrar apreço, gratidão e amizade. É assim, imbuído deste espírito, que o restaurante "O Xarroco", em Matosinhos, irá associar-se à efeméride com uma oferta especial: as suas clientes serão contempladas com 50% de desconto ao jantar!
O restaurante, que reabriu recentemente após obras de remodelação, aproveita assim um dia tão especial como este para dar a conhecer o seu novo ambiente, bem como as novidades da ementa.
Agora as tradicionais especialidades de peixe, que fizeram deste um espaço incontornável da boa gastronomia, partilham as atenções com o sushi e o sashimi. A experiência da visita a este espaço é ainda enriquecida com a presença de um dos mais conceituados sushimen do País, que faz a preparação do prato à vista dos clientes.
O Xarroco” sugere assim um jantar do ‘Dia da Mulher’ que sirva de prova de gratidão e amizade pela Mãe, a Namorada, a Filha, a Irmã... Todas elas terão direito a um desconto de 50%, sozinhas ou acompanhadas!
De salientar que a par das iguarias japonesas, o menu d’ “O Xarroco” continua a dar destaque ao peixe galo frito com arroz do mesmo, ou acompanhado por uma açorda de ovas, bem como ao rodovalho à Xarroco, entre outras especialidades.
Com um preço médio a rondar os 25 euros/pessoa ”O Xarroco” fica situado na Rua Heróis de França, 507, em Matosinhos
Telef. 22 9381649



segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015


Wine House Hotel da Quinta da Pacheca convida a celebrar
a Páscoa no melhor alojamento enoturístico de 2015



O Douro e a sua paisagem apaixonante convidam a uma curta e relaxante estadia nesta pausa de Páscoa. O Wine House Hotel, propriedade da Quinta da Pacheca, foi este ano galardoado com o prémio «Best of Wine Tourism», na categoria de ‘Alojamento’ e é o local ideal para passar duas noites reconfortantes, entre o lazer e a boa gastronomia.
O programa especial com alojamento em quarto duplo, especialmente criado para a época pascal, recebe os hóspedes com um vinho do Porto de boas-vindas. Durante a estadia, terá lugar uma visita guiada à Quinta, com direito a prova de vinhos, uma entrada dupla no Museu do Douro, pequeno-almoço buffet servido no restaurante, bicicletas à disposição e a oferta de uma garrafa em miniatura de um Porto Tawny Quinta da Pacheca. As crianças até aos doze anos são convidadas especiais e têm alojamento grátis, podendo ainda divertir-se com o tradicional jogo da caça aos ovos. Tudo por apenas 320 euros, sendo que o valor a aplicar na aquisição de uma terceira noite é de 95 euros. 
Conjugando a imagem moderna e clássica, o The Wine House Hotel da Quinta da Pacheca está instalado numa casa típica do século XVIII, que foi toda restaurada com respeito pela arquitectura original. Com o rio Douro a seus pés e o recortado montanhoso dos vinhedos no horizonte, mantém vivo o espírito familiar da quinta, até no mobiliário e no conforto proporcionado pelos 15 quartos únicos entre si.
Sendo uma das mais conhecidas propriedades do Douro, a Quinta da Pacheca é também um dos mais afamados produtores de vinho, tendo sido mesmo um dos primeiros a engarrafar com a sua própria marca, havendo referências à Quinta que datam de 1738. A propriedade, de 57 hectares, iniciou um novo ciclo de desenvolvimento em 2013, apostando no reforço da qualidade dos vinhos e na dinamização do Wine House Hotel, um dos seus ex-libris e uma das mais conhecidas unidades de ‘turismo de charme’ do Douro, agora alvo de uma das mais importantes distinções a nível internacional na categoria de enoturismo.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015


 Restaurante O Xarroco reabre em Matosinhos
com o melhor sushi na ementa


O restaurante O Xarroco, situado perto da lota de Matosinhos, reabriu com um novo conceito, introduzindo no menu alguns dos mais saborosos pratos da cozinha japonesa, sem esquecer as especialidades de peixe grelhado, que o tornaram num espaço de visita obrigatória para os amantes da boa gastronomia. 
Depois de um curto período de encerramento para um ‘lifting’, O Xarroco recebe agora com um ar mais cosmopolita, moderno e requintado, mantendo porém a matriz tradicional que o caracteriza desde a sua fundação. O mar e a pesca são marcas identitárias do restaurante, numa decoração onde predominam os tons terra, que tornam agora o espaço mais aprazível para quem gosta de saborear o melhor que o nosso mar dá: o peixe!
Os peixes frescos são presença obrigatória na ementa, mas a grande novidade é a introdução do sushi e do sashimi na oferta, contando com a colaboração de um dos mais conceituados «sushimens» do País. Esta iguaria tradicionalmente japonesa veio para ficar no palato dos portugueses, tendo levado a nova gerência a ir ao encontro do gosto dos consumidores. Mas o cardápio não deixa de oferecer, por exemplo, o peixe galo frito com arroz do mesmo, ou acompanhado por uma açorda de ovos, bem como o rodovalho à Xarroco, especialidades que celebrizaram a casa.

Em O Xarroco, o cliente tem a possibilidade de degustar pratos confeccionados com uma criteriosa selecção de ingredientes, onde a relação qualidade/preço é das mais competitivas de toda a região, com um preço médio a rondar os 25 euros por pessoa.
Com lotação para 50 pessoas, O Xarroco fica situado na Rua Heróis de França, 507, e tem desde 2012 uma nova gerência, que pretende posicionar este espaço de restauração num patamar mais abrangente e com uma oferta mais diversificada. Por isso, existirão refeições temáticas e, para lá da arte de bem comer, outras artes como a música ou a poesia entram no menu.
As reservas podem ser feitas através do 22 9381649 ou pelo endereço electrónico oxarroco@gmail.com.


segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Manuela Ferreira Leite e Maria de Belém Roseira apresentam
a obra a 11 de Fevereiro na Livraria Almedina Atrium Saldanha, em Lisboa

Rui Nunes propõe em livro novo modelo
de “Regulação da Saúde”

Um novo modelo de gestão pública é a proposta que o médico e professor catedrático Rui Nunes, primeiro presidente da Entidade Reguladora da Saúde, explica no seu livro “Regulação da Saúde”, cuja apresentação se realiza a 11 de Fevereiro, pelas 18 horas, na Livraria Almedina Atrium Saldanha, em Lisboa.
As reflexões e as propostas de Rui Nunes contam com a validação de Manuela Ferreira Leite, ministra das Finanças à data da criação da ERS (2003), e de Maria de Belém Roseira, antiga ministra da Saúde que presidiu à assembleia geral da Organização Mundial da Saúde, participando as duas ex-governantes na sessão para apresentar a obra. Esta inclui também os contributos de Gomes Canotilho, constitucionalista e professor catedrático, e de Guilherme d’Oliveira Martins, juiz conselheiro presidente do Tribunal de Contas, que assinam os prefácios da 3.ª edição de “Regulação da Saúde”.
O livro faz uma incursão sobre as mais modernas teorias do Estado, em particular sobre a emergência do conceito de “Estado Regulador”, enquanto modelo de Estado que garante o acesso dos cidadãos a determinados bens sociais, por exemplo a saúde, a educação, ou as utilities (energia, água, transportes, ambiente, etc.).
Rui Nunes propõe um novo modelo de gestão pública distanciado da administração pública tradicional, do setor público administrativo, ou seja a gestão empresarial dos serviços públicos. Mas sugere que a utilização do modelo nestes setores (que implica a implementação de uma cultura de gestão do setor privado no domínio público) origina frequentemente falhas de mercado que devem ser reguladas com determinação.
Por isso, o autor defende que se torna essencial a regulação independente. Independente do Estado, dos diferentes operadores e agentes económicos, dos diferentes grupos profissionais, dos agentes políticos, e dos poderes fácticos da sociedade. A regulação independente originou em todo o mundo ocidental a criação de “Entidades Reguladoras Independentes” que hoje têm um quadro legal comum: Lei-quadro das Entidades Reguladoras Independentes. Rui Nunes questiona, porém, se os mecanismos previstos na lei para garantir a independência destas entidades são suficientes, ou se será necessário evoluir para outras formas de nomeação dos dirigentes e de prestação pública de contas dos processos de decisão.


Rui Nunes – foi o primeiro presidente da Entidade Reguladora da Saúde. É diretor do Departamento de Ciências Sociais e Saúde da Faculdade de Medicina do Porto, preside à Associação Portuguesa de Bioética e integrou o Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (2003-2009), sendo atualmente Coordenador do Conselho Nacional para o SNS da Ordem dos Médicos. É também membro do Kennedy Institute of Ethics (EUA), do Hastings Center (EUA), da Biopolitics International Organization (Grécia) e da Academia Portuguesa de Medicina, bem como da International Society on Priorities in Health Care (Reino Unido) e da European Health Management Association. Coordena o Programa Porto Cidade de Ciência e foi entre 2009-2013 administrador da Fundação Ciência e Desenvolvimento (Câmara Municipal do Porto). Tem publicados 20 livros, 170 trabalhos e pareceres, e fez mais de 900 comunicações científicas em congressos e seminários, nacionais e estrangeiros.