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segunda-feira, 16 de março de 2015




Quinta do Quetzal Reserva Tinto 2011
vale ouro no «Vinalies Internationales»

Começa a ser um hábito o Quinta do Quetzal Reserva Tinto receber distinções de prestígio nos maiores e mais importantes concursos de vinhos a nível mundial. Desta vez, a colheita de 2011 arrecadou uma medalha de ouro no concurso «Vinalies Internationales», tendo conquistado o júri composto por mais 100 especialistas.
O «Quinta do Quetzal Reserva Tinto 2011» é um vinho com a identidade do Alentejo, nascido nos solos xistosos da Vidigueira. Com a assinatura dos enólogos Rui Reguinga e José Portela, é um néctar que estagiou em barricas de carvalho francês e que nas notas de prova mostra “uma grande intensidade no nariz, expressa em frutos negros, envolvidos por uma cremosa tosta de madeira, muito longa e persistente”. A sua estrutura aconselha o consumo harmonizado com qualquer tipo de carne e peixes de longa confecção, tem um teor alcoólico de 14 por cento.
A cada ano, mais de 100 juízes de vinho de todo o planeta reúnem-se em Paris para avaliar as cerca de três mil amostras de vinho apresentadas a concurso. A cada vinho é dado um conjunto detalhado de notas de degustação, e uma pontuação que decide o prémio a conceder, se for caso disso. 

Guadalupe Regional Alentejano Tinto 
entre as «Boas Compras» da ‘Revista de Vinhos’
Mais uma distinção que vem comprovar a excelente relação entra a qualidade dos vinhos Guadalupe e a competitividade dos seus preços no mercado. O Guadalupe Regional Alentejano Tinto, que tem a assinatura do produtor alentejano Quinta do Quetzal, está entre as «Boas Compras» para o painel de provadores da conceituada ‘Revista de Vinhos’.
Este vinho de entrada de gama é descrito pela revista como tendo “aroma com leve couro, fruta preta canforada, alcaçuz, terra húmida e especiarias doces”. Com um grau de alcoolemia de 13,5%, o Guadalupe Regional Alentejano Tinto é “mais franco na boca, volumoso e macio, com taninos redondos, acidez fresca e um final agradável e longo na boca”. E tem um preço de venda recomendado ao público de apenas 3,99 euros.
A cerimónia de eleição daqueles que são considerados comos os «Óscares dos Vinhos» teve lugar no Centro de Congressos da Alfândega do Porto. Uma iniciativa da ‘Revista de Vinhos’, que este celebra o seu 25º aniversário e que com esta cerimónia distingue o que de melhor se faz em Portugal na área vinícola, tendo estado este ano a concurso cerca de dois mil vinhos.
O projecto da Quinta do Quetzal tem como grande impulsionador um casal holandês. Depois de quase trinta anos de ligação a Portugal, decidiram em 2002 rentabilizar os 35 hectares de vinha da Quinta do Quetzal, localizados na freguesia de Vila de Frades, concelho alentejano da Vidigueira. Comercializa vinhos de mesa e licorosos com a marca Quinta do Quetzal e vinhos de mesa com a marca Guadalupe. 
Nas imediações ficam as ruínas da vila romana de S. Cucufate, onde foi descoberta a mais antiga adega da Península Ibérica. A adega da Quinta do Quetzal é um projecto arquitectónico dos arquitectos eborenses Filipe Nogueira Alves e Margarida Direitinho. A inspiração está, por um lado, na adega da vizinha vila romana de S. Cucufate, datada do sec. I d.C. e, por outro, nos silos de cereais típicos da região do Alentejo. Desta inspiração, nasceu a moderna adega da Quinta do Quetzal. Trata-se de uma adega redonda, definida por linhas puras e materiais contemporâneos. 

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