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quinta-feira, 4 de junho de 2015

Chef com mais estrelas Michelin no mundo
selecciona vinhos da Quinta da Pacheca



O Chef Joël Robuchon, profissional com maior número de estrelas Michelin no mundo, seleccionou dois dos vinhos durienses produzidos pela Quinta da Pacheca para enriquecer a carta do seu restaurante mais conhecido em Paris e oferecer um maior leque de opções na harmonização com os pratos ‘gourmet’.
O "L' Atelier de Joël Robuchon" na capital francesa vai passar a servir o "Pacheca Grande Reserva Touriga Nacional 2011", um tinto de aroma muito austero, com fruto maduro mas conservando frescura, com muito bom corpo, tanino firme e sólido, estilo forte e vigoroso mas sem perder a finura, características que irão valorizar o equilíbrio de uma das ementas parisienses mais procuradas.
Tendo em conta a importância de um excelente vinho para acompanhar uma refeição, o famoso Chef, que é conhecido pela suprema exigência implementada nos seus quase 30 restaurantes espalhados pelo globo, dedica à carta de vinhos meticulosa selecção idêntica à dos ingredientes utilizados na cozinha. Decidiu, por isso, passar a disponibilizar também o "Pacheca Porto Tawny 30 Anos", resultante de um lote de vários vinhos do Porto envelhecidos em cascos de carvalho ao longo de muitos anos. Este vinho apresenta-se com um nariz elegante, combinando aromas de frutos secos e complexas notas de chocolate, caramelo amanteigado e madeira fina de carvalho, e pode ser bebido refrescado como aperitivo ou no fim da refeição, acompanhando queijos ou sobremesas de chocolate negro ou frutos vermelhos.
Já com forte presença nos mercados externos, os vinhos Quinta da Pacheca conseguem com este reconhecimento de qualidade mais um atestado de nível internacional com a assinatura de um chef com a projecção de Joël Robuchon: trata-se do detentor do maior número de estrelas Michelin em todo o mundo, num total de 28, das quais nove conquistadas num mesmo ano. 
Joël Robuchon, que aos 15 anos abandonou o seminário para se iniciar como aprendiz de cozinha no "Relais de Poitiers", construiu uma carreira dedicada à culinária, que inclui vários programas pioneiros na televisão francesa e um império de restaurantes, bares e casas de tapas em diferentes continentes. Aos 16 anos, participou pela primeira vez numa competição de cozinha e ganhou o primeiro prémio. Aos 29, comandava os 90 cozinheiros do hotel Concorde-Lafayette, em Paris, e no ano seguinte conquistava a sua primeira estrela Michelin. No ano seguinte, somou-lhe outra e no outro mais outra, algo nunca sucedido até então. Em 1981, abriu o seu próprio restaurante em Paris, o "Le Jamin", e oito anos passados foi considerado "Chef do século". Em 1994, abriu um restaurante com o seu próprio nome, que no mesmo ano foi eleito melhor restaurante do mundo pelo «International Herald Tribune».
O conceito/marca "Atelier Joël Robuchon", a que agora se associam os vinhos Quinta da Pacheca, reúne inspirações como o sushi ou as tapas e foi lançado em 2003, tendo começado com um restaurante em Paris e outro em Tóquio, mas está hoje presente em todo o mundo. O "Chef dos chefs" tem estabelecimentos de Singapura a Las Vegas, passando pelo Mónaco, Nova Iorque, Hong Kong, Macau e Londres, entre os quais três restaurantes com três estrelas Michelin. Em 2014, abriu um "Atelier Joël Robuchon" em Banguecoque e um restaurante gastronómico em Bordéus, com o qual espera juntar mais três estrelas Michelin ao seu palmarés.
Tendo completado recentemente 70 anos de idade, no passado dia 7 de Abril, Joël Robuchon tem prevista para o período 2015/2017 a abertura de novos "Ateliers" em Xangai, Nova Iorque, Montreal, Bombaim, Genebra e Miami.

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