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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

«The Washington Post» escolhe Pacheca Colheita Tinto 2011 
como “vinho português de excepção”


O vinho Quinta da Pacheca Colheita Tinto 2011 acaba de ser aconselhado pelo “The Washington Post” como uma das melhores maneiras de desfrutar dos encantos de Portugal.

Dave McIntyre, o enólogo residente do jornal, visitou a região duriense no início deste Verão e publicou agora uma apreciação (http://is.gd/CmavE9) em que considera o Pacheca Colheita Tinto 2011 «uma óptima forma de conhecer os vinhos tintos do vale do Douro».

«Apresenta os aromas clássicos, com uma leveza que o torna refrescante», aponta o especialista a propósito deste vinho da Quinta da Pacheca, produzido na »mais proeminente região vinícola de Portugal».

A experiência vivida pelo colunista leva-o a sublinhar que o nosso país é «um dos locais onde se produzem alguns dos melhores vinhos do mundo», como, de resto, o vêm confirmando os vários prémios e distinções internacionais conquistados pelos vinhos Quinta da Pacheca.

Resultado da conjugação das castas Touriga Nacional, Tinta Roriz, Touriga Francesa e Tinta Barroca, o Pacheca Colheita Tinto 2011 foi feito em lagares de granito e teve um estágio de três meses em barricas de carvalho francês, sob a responsabilidade técnica da enóloga Maria Serpa Pimentel. Apresenta uma cor vermelha intensa e um nariz rico em notas florais, frutos negros e delicadas sugestões de especiarias acompanhadas por um leve toque de chocolate e alguma barrica. Na boca, é um vinho denso, estruturado e complexo, onde os taninos se revelam polidos e o paladar denota fruta vermelha madura e nuances de especiarias, tendo o final de boca um comprimento agradável e uma persistência média/alta.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Portugal acolhe conferências de alto nível 
na «Empack & Logistics Porto»


Especialistas em diferentes áreas e de diversas nacionalidades integram uma das surpresas preparadas pela organização da Empack & Logistics Porto, a feira de embalagem, armazenamento, manutenção e logísticas que se estreia em Portugal, nos dias 23 e 24 de Setembro, na Exponor. Trata-se de um conjunto de seminários e mesas-redondas de acesso gratuito, a decorrerem em paralelo com o evento, nos quais serão abordadas temáticas de interesse estratégico e objectivo para as áreas de negócio relacionadas com a feira, desde o comércio electrónico à comunicação, passando pelas parcerias e pela gestão centralizada de empresas a nível ibérico.

A inovação e o marketing terão honras de abertura pelo carismático director da Unicer André Jacques, às 10h00 do dia 23, sucedendo-se os oradores com intervenções de cerca de 30 minutos, ao longo dos dois dias. “O nosso objectivo é dar aos profissionais presentes na feira a possibilidade de descobrirem as mais recentes tendências e inovações, através da apresentação feita por conceituados especialistas em organização empresarial”, esclarece Marina Uceda, directora da Empack & Logistics.

Nesse sentido, o programa paralelo, que inclui também oportunidades de networking e uma área para demonstração de máquinas e equipamentos, conta com a participação de Pedro Brites, CEO ibérico da La Redoute, que explicará a “revolução logística” em curso na empresa francesa de vendas por catálogo, nomeadamente a construção de uma plataforma que irá mudar por completo a forma de tratamento dos pedidos dos clientes.

Por seu lado, Sergi Tomás (Pall-Ex Iberia) e Pedro Santos (Lusocargo Transitários/Pall-Ex Porto) apresentarão os serviços de mercadoria paletizada express oferecidos a nível ibérico pela parceria das duas empresas, enquanto Freddy Le Palmec (IKEA Portugal) falará sobre o funcionamento da cadeia logística do grupo sueco, numa perspectiva de sustentabilidade que tem em conta o preço mas também o ambiente, o cliente, os colaboradores e os fornecedores.

Outra questão que afecta inúmeras empresas é a das vantagens e dos inconvenientes de uma organização territorial em Espanha e Portugal com gestão integrada, pelo que será tema a analisar num debate organizado pela Fundación ICIL, uma referência na área da formação em logística empresarial desde há mais de três décadas, no qual participarão Hans Tepper (Alfil Logistics), Jorge Oliveira (DHL Express Portugal), Célia Costa (Pepe Jeans) e Rafael Martínez (Affinity Petcare).

Ainda no primeiro dia da Empack & Logistics, Pedro Santos (director de operações de e-commerce da Sonae MC) fará uma panorâmica sobre “Omni-channel: tendência e futuro do retalho”, Paulo Pinto (Philips) deixará pistas quanto a “Desafios e oportunidades em logística e-commerce – tendências e melhores práticas”. O último painel será dedicado ao “Armazenamento dinâmico” com a apresentação d'”O caso Procter & Gamble: 35% de aumento da capacidade”, a cargo de Eduardo Comadrán e Sérgio Bruno Brandão, da Interroll.
A variedade de interesses temáticos prossegue no segundo dia do evento, iniciando-se pelas 9h30 com uma conferência de Mário Raposo, director de marketing e aderentes da Sociedade Ponto Verde, seguida d'“O Projecto EcoBioCAP: Eco-projecto de embalagem alimentar sustentável a partir de subprodutos da indústria alimentar (por António Vicente, Professor Associado de Engenharia Biológica da Universidade do Minho). Será também ocasião de questionar “Are you ready to comply with de Falsified Medicines Directive?” (por Bart Vansteenkiste, da Domino Printing Sciences) e de ficar a saber mais sobre “Sustainability innovations in plastic packaging” (por Enrique Moliner Santisteve, do AIMPLAS • Instituto Tecnológico del Plástico). Entre vários outros intervenientes, haverá ainda oportunidade para escutar Luís Reis (Aguirre Newman), Luís Neves (Saba Parques Logísticos) e Luísa Pereira (Parfois) perspectivarem o “Futuro e novas iniciativas nos terrenos e infra-estruturas em Portugal).

A Empack & Logistics Porto, organizada pela multinacional belga Easyfairs, que está em franco crescimento na Península Ibérica, representa uma grande oportunidade para as empresas portuguesas destas áreas poderem internacionalizar-se. A Easyfairs, que só durante o corrente ano organizou vários eventos similares em Espanha, realiza já esta feira em 11 cidades europeias e pretende agora abrir as portas também às empresas portuguesas, dando-lhes a possibilidade de se mostrarem não só no mercado nacional, mas igualmente lá fora. 

A organização conta lotar o pavilhão 6 da Exponor com perto de uma centena de expositores e tem já assegurada a presença da Albipack, AMJ Monteiro, Arestant, Bizerba, Lxpack, Marcaembal, Marque TDI, Mr. Blister, Polivouga, Pallex, Lusocargo, Toyota, Toshiba, Nortpallet, Mecalux e Manitou entre as grandes marcas portuguesas e internacionais que aderiram à estreia portuguesa deste novo formato de feira de negócios organizada pela Easyfairs. 

A multinacional belga garante um certame exclusivamente profissional, sendo o acesso gratuito à zona de exposição e aos seminários, embora sujeito a um registo online que pode ser feito no site do evento em http://www.easyfairs.com/country-pages_12510/spain_12521/empack-logistics-porto-2015_66890. 

A feira funcionará, nos dois dias, entre as 09h00 e as 18h30.

A experiência da Easyfairs como empresa organizadora de eventos inclui mais de 130 eventos em 16 países da Europa, Rússia, Médio Oriente, Ásia e América do Norte, nos sectores industrial, de embalagem, logística, marketing digital e comércio electrónico.
Com 450 colaboradores, o grupo Artexis Easyfairs gera receitas da ordem dos 100 milhões de euros.

Empresário chinês que ofereceu férias a 6400 funcionários esteve na Quinta da Pacheca e pensa no Douro e no Norte para novas acções do género


Li Jinyuan, o empresário chinês que ofereceu férias em França a 6400 funcionários, passou um fim-de-semana na Quinta da Pacheca, no Alto Douro, e ficou encantado com a beleza da paisagem vínica duriense. 

A oportunidade surgiu a convite de Paulo Pereira, um dos proprietários da Quinta da Pacheca, que fez questão de trazer o bilionário chinês com quem tem relação de amizade a visitar a região e a sua propriedade. Na ocasião, Paulo Pereira lançou o desafio a Li Jinyuan de desenvolver futuras acções do género, não só na Quinta da Pacheca, mas em toda a região do Douro e do Norte, mostrando assim as potencialidades de um território que é a mais antiga região demarcada do mundo de vinhos e que tem uma beleza natural que não deixa ninguém indiferente. O empresário chinês ficou sensibilizado com a ideia e quem sabe o próximo prémio para os seus funcionários não passa por uma estadia no Douro.

Paulo Pereira e Maria do Céu Gonçalves adquiriram esta quinta histórica do Douro em 2012 e estão apostados em tornar a Quinta da Pacheca num dos projectos melhor sucedidos na área dos vinhos. Para já, os resultados têm sido excelentes e os vinhos e oferta enoturística da empresa são cada vez mais conhecidos além-fronteiras. Juntos, dividem os negócios da Agribéria, a principal distribuidora de produtos portugueses em França, e dois hotéis - um ainda em construção - em França, e ainda uma guesthouse que abre em Outubro, no Porto, pelo que o sector turístico é um ramo de negócio que conhecem bem. 

Li Jinyuan, cuja empresa, a «Tiens», actua nos ramos da biotecnologia, comércio e turismo, é conhecido pela sua faceta filantrópica e ficou sensibilizado com a ideia. A produtividade dos seus funcionários pode vir a ser premiada no futuro com uma visita a uma zona Património Mundial da Humanidade, que goza de uma projecção internacional cada vez maior.

Tomando como ponto de partida aquilo que aconteceu em França, os funcionários da «Tiens», para lá da viagem e estadia, foram ainda premiados com sessões de compras privadas em galerias de alto luxo e visitas gratuitas aos monumentos mais célebres de Paris e Nice, tendo deixado uma verba que rondou os 13 milhões de euros nos cofres da economia francesa em apenas quatro dias.

Na altura, foram mobilizados 146 autocarros, 79 hotéis e a verificar-se uma acção idêntica no nosso país, seria sem dúvida uma ‘lufada’ de proventos para o Douro, assim como para toda a Região Norte, uma vez que é conhecida a faceta consumista do turista chinês. 

Dados compilados por vários operadores turísticos indicam que são os turistas chineses aqueles que mais dinheiro deixam pelos sítios onde passam. Para lá do retorno financeiro directo e indirecto, haveria que contabilizar ainda o que a região poderia lucrar em termos de projecção mediática com uma «invasão» de turistas chineses.