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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Grupo NEAR contrução quer inovar 
na renovação de casa e escritório


Soluções inovadoras, produtos criativos e relação estreita com o cliente, incluindo assistência ao domicílio, constituem alguns dos marcos diferenciadores do grupo NEAR construção, que deve o seu nome, precisamente, à palavra inglesa que significa "proximidade".

Lançado há três anos, em Matosinhos, por Ângelo Monteiro e Albino Caminha, este projecto empresarial assenta nos princípios da "inovação e criatividade permanentes" e integra já três empresas direccionadas para ramos especializados do negócio em torno da arquitectura, construção, manutenção e decoração.

"Estar perto do cliente e ajudar a criar soluções de renovação, seja ela residencial, comercial ou nos serviços" são as prioridades do NEAR construção, que pretende dar resposta ao desejo de mudança, de criar novas energias e motivações, manifestado pelos cada vez mais exigentes clientes deste sector.

A filosofia do grupo é a de que "a renovação espacial é a primeira fase de uma renovação pessoal, de ver e viver os espaços e a vida de uma perspectiva diferente, que permita mais energia, alegria e motivação”.

Por isso, além da Near Construção, que se dedica à construção (nova, manutenção e recuperação) de edifícios, faz também parte do grupo a NewArea, empresa especializada na concepção, construção e arranjos de espaços exteriores, nomeadamente jardins, passeios e piscinas. A NewArea prepara-se para dar um forte contributo para o alargamento do portefólio do NEAR construção, apostando também nos sectores da decoração e mobiliário de qualidade.

Entretanto, a terceira empresa é a Areas, responsável por uma das mais recentes novidades do grupo: o Voucher-Areas. Associado a uma linha telefónica de atendimento 24 horas, constitui um vale de horas de trabalho especializado das mais diversas tipologias de mão-de-obra. Este voucher, que pode ser destinado a utilização própria ou como oferta, permite obter assistência ao domicílio para pequenas reparações e obras, como a pintura, a electricidade, a pichelaria ou o arranjo de jardins, entre muitas outras.

O grupo está a ponderar estender o conceito à vertente do franchising, por forma a cobrir melhor o território nacional, "mas mantendo o nível de qualidade do serviço, a rapidez da resposta e a eficiência da solução fornecida, sempre em grande proximidade com o cliente". A venda para utilização como prenda de Natal é um dos objectivos, aprofundando também dessa forma a ligação emocional dos clientes às soluções NEAR construção.


quinta-feira, 22 de outubro de 2015

GlobalWines domina prémios do VI Concurso 
«Os Melhores Vinhos Engarrafados do Dão»


Com dois prémios de prestígio e duas medalhas de ouro os vinhos da Global Wines/Dão Sul arrecadaram o maior número de prémios do VI Concurso «Os Melhores Vinhos Engarrafados do Dão».

O «Condessa de Santar Branco 2012» e o Vinha do Contador Tinto 2009 obtiveram do júri da prova o mais alto galardão do concurso, organizado pelo sexto ano, pela Comissão Vitivinícola Regional do Dão. 

O primeiro é um vinho produzido com uvas das castas encruzado, cerceal branco e arinto. Apresenta uma cor citrina e na boca mostra aromas de especiarias, casca de laranja, maçã e coco. O segundo vinho que conquistou os jurados, o «Vinha do Contador Tinto 2009», foi produzido através das castas touriga nacional, alfrocheiro e tinta roriz. De cor granada, na boca são notórios os aromas florais, marcado ainda por notas de baunilha e canela.

Na cerimónia de entrega de prémios, que decorreu na Pousada de Viseu, com a presença do secretário de Estado da Agricultura, José Diogo de Albuquerque, também outros dois vinhos integrados na Global Wines/Dão Sul atingiram posições de relevo. Em ano de comemoração de bodas de prata, a marca Cabriz foi premiada com duas medalhas de ouro: para o «Cabriz 25 anos» e para o «Cabriz Tinto Touriga Nacional 2010». 

Touriga nacional, baga, tinto cão e aragonez fazem do «Cabriz 25 anos» um vinho de acidez equilibrada e trabalhada, com taninos firmes e aromas a fruta madura e compota. Já o «Cabriz Touriga Nacional 2010» é um vinho monocasta, como o nome indica, e apresenta-se com uma intensa cor granada. Trata-se de um vinho com perfil longo, raro e precioso. 

Arlindo Cunha, presidente da CRV do Dão, mostrou-se orgulhoso com a qualidade dos vinhos a concurso, afirmando que “o Dão começa a ter o reconhecimento que merece”.

Sobre a Dão Sul/Global Wines 
A Dão Sul/Global Wines foi criada em 1989, focada nos vinhos do Dão, mas detém actualmente diversas quintas que lhe permitem actuar nas principais regiões vinícolas portuguesas, nomeadamente Verdes, Douro, Dão, Bairrada, Estremadura e Alentejo, bem como no Vale de S. Francisco, no Brasil. Os diversos vinhos com a chancela Dão Sul/Global Wines somam prémios internacionais e conquistam reconhecimento público como produtos de alta qualidade. Nos últimos anos, a empresa fez investimentos nas suas áreas produtivas - vinha, recepção, vinificação, armazenagem e engarrafamento - e implementou o sistema de HACCP (Hazard Analysis and Critical Control Point ou Análise de Perigos e Controlo de Pontos Crítico) e a certificação do Sistema de Gestão de Qualidade segundo a norma ISO 9001 em 2003. Quase todas as quintas têm uma vertente enoturística.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Vinhos da Quinta da Pacheca conquistam júri
de um dos mais prestigiados concursos vínicos asiático


Três vinhos da Quinta da Pacheca alcançaram extraordinário destaque no «Asia Wine Trophy», um dos concursos mais prestigiados da Ásia.

Estas classificações agora conhecidas revestem-se de especial importância, tanto mais que podem abrir as portas de um mercado com um potencial enorme. “Para a Quinta da Pacheca estes prémios representam o reconhecimento da qualidade dos nossos vinhos e poderão traduzir-se num aumento de vendas nos mercados do extremo oriente, onde já estamos implantados”, refere Maria Serpa Pimentel, enóloga da Quinta da Pacheca.

O destaque vai para o Pacheca Porto Tawny 10 anos, que venceu uma medalha de ouro. Trata-se de um vinho que está na carta do restaurante de um dos melhores chefs de cozinha do mundo, Joel Robuchon, e tem vindo a receber vários prémios. Resultante de um blend de vinhos do Porto, tem uma cor âmbar-aloirada, com aromas de frutos secos e notas de chocolate e caramelo.

Duas outras referências da Quinta da Pacheca alcançaram medalhas de prata. São eles: Pacheca Reserva Vinhas velhas 2011 e o Pacheca Superior Tinto 2012. O primeiro, proveniente de uvas de vinhas com mais de 50 anos, com uma grande diversidade de castas do Douro, mostra aroma intenso de frutos vermelhos, com notas de chocolate e fumo. Quanto ao segundo, proveniente de uvas das castas do Douro, Touriga Franca, Touriga Nacional, Tinta Roriz e Tinto Cão, tem uma cor vermelha-rubi profunda, e na boca mostra notas de frutos vermelhos e aromas especiados, com taninos redondos.

A Quinta da Pacheca, um dos mais afamados e antigos produtores de vinho nacionais, dispõe de uma propriedade com 54 hectares que se estendem até ao rio Douro, na zona de Cambres, em Lamego. Ali, onde os vinhedos, o rio e o recorte montanhoso fazem uma paisagem única, erguem-se os centenários armazéns e lagares, assim como o The Wine House Hotel, instalado numa casa típica do início do Século XX totalmente restaurada, que ganhou recentemente o prémio «Best of Wine Tourism» na categoria de alojamento. Visitas guiadas, wine shop, provas de vinhos e workshops são algumas das actividades disponibilizadas na quinta, a par de turismo 'à la carte' que inclui passeios de barco, de comboio, de helicóptero ou pedestres. 
 

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Gabinete de arquitectura de interiores do Porto assinala data a 5 de Novembro

Icónica marca de mobiliário suíça USM comemora 
50º aniversário do seu sistema modular 
na INAIN® interiordesign 



A empresa suíça de mobiliário USM escolheu o gabinete português de design de interiores INAIN para realizar em Portugal a festa de comemoração dos 50 anos do seu sistema modular Haller, que se tornou ícone mundial nas soluções de mobiliário para ambientes domésticos e de trabalho.

A decisão de centrar em Portugal mais concretamente no Porto tais celebrações teve em conta a grande qualidade e prestígio internacional da INAIN, a exemplo do que já anteriormente tinham feito a Vitra, com o lançamento internacional da ‘Vitra Home’, a Minotti com a apresentação do nosso gabinete como Studio Minotti Porto e lançamento de 2 colecções e a Living Divani aquando do lançamento da sua marca em Portugal.  

Este gabinete de design de interiores assinala o aniversário do sistema Haller da USM com um evento no seu showroom no Porto, na Rua João de Deus 753, a 5 de Novembro, a partir das 19h00.

A imagem da centenária USM foi catapultada pela inovação dos seus sistemas de mobiliário, criados há cinco décadas pelo arquitecto Fritz Haller, que assentam num princípio de modularidade flexível e que se tornaram uma referência internacional, estando hoje presentes em mais de 40 países, com a representação no Porto entregue à INAIN.

No dia do evento, a INAIN contará também com a presença da prestigiada designer Helena Cardoso e dos seus últimos trabalhos.
Será ainda sorteado durante o cocktail um belíssimo ‘Tea Trolley Haller’ com a assinatura da icónica marca USM.

O ícone USM Haller
Criada em 1885, na cidade suíça de Münsingen, para se dedicar à produção de ferragens e produtos metálicos, a USM foi alvo de uma grande transformação em 1961 pela mão de Paul Schärer, neto do fundador, que encomendou ao arquitecto Fritz Haller a concepção de um novo edifício para converter a empresa numa unidade industrial moderna. O arquitecto desenhou o edifício com base no seu próprio sistema de construção modular, o qual viria a inspirar a parceria com a USM para a adaptação à criação de soluções de mobiliário. Daí nascia o sistema pioneiro que conquistou prestígio internacional sob a designação USM Haller. 

A referência INAIN
O gabinete INAIN, dirigido por Mário Azevedo em conjunto com Paula Ferreira Alves, desenvolve desde há 23 anos um estilo próprio, focando-se numa forma de estar e de trabalhar que não vai em “modismos”. Com um cariz moderno, recolhe influências na pintura, no artesanato e em peças de época escolhidas a rigor, o que dá aos seus trabalhos um cunho único. Dedica-se, por isso, a um trabalho de minúcias que há já vários anos chama a atenção de um bem definido conjunto de clientes que procura, a par de uma decoração personalizada encontrar a qualidade e o living style que só um trabalho “sério e inspirado” lhes poderá proporcionar.



«Collove» aposta em cores e padrões românticos 
para este inverno



A colecção Outono/Inverno 2015/2016 da Collove, marca 100% nacional de collants e roupa interior sem costuras, promete tornar ainda mais sensual a mulher moderna, com novos padrões, cores e modelos.

Dominadas pelo negro, as novas meias e lingerie sem costuras Collove transmitem romantismo e sensualidade, aliados a uma sensação de conforto que permite à beleza feminina libertar-se em todo o seu esplendor.

Os collants da Collove, com novos e atraentes padrões, dão um distinto toque de elegância que orgulha quem os veste e não passarão despercebidos.

Os novos modelos da marca portuguesa, produzidos com alta tecnologia em micro-fibra, destacam-se por satisfazerem a mulher cosmopolita, que gosta de se apresentar de forma sexy e independente, mas mantendo o sentimento de protecção conferido pelo vestuário que escolhe cuidadosamente.

Comercializada pela Custoitex, a Collove é uma empresa familiar nacional que viu já internacionalmente reconhecidas as suas inovação e qualidade, tendo conquistado as escolhas femininas mais trendy dos mercados norte-americano e europeu.

Facebook: www.facebook.com/collove.lovesyou

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Quinta da Pacheca impulsiona venda
de vinhos portugueses em França


Os vinhos Quinta da Pacheca estão a impulsionar o crescimento das vendas de vinhos da região do Douro em França, ganhando peso entre o volume global dos vinhos portugueses comercializados naquele país e contribuindo para que Portugal seja já o segundo país fornecedor do mercado gaulês.

De acordo com a revista "Rayons Boissons", especializada no sector de bebidas e direccionada para a grande distribuição, as vendas de vinhos lusitanos têm vindo a registar um crescimento da ordem dos dois dígitos, de há dois anos para cá, e ocupam a segunda posição na lista de vinhos estrangeiros vendidos em França, com um total de 1,6 milhões de garrafas só em 2014.

Nos hiper e supermercados franceses, apenas os vinhos do Norte de África superam os portugueses em termos de vendas, atingindo os 2,7 milhões de garrafas. Ainda assim, a sua taxa de crescimento fica-se pelos 3%, enquanto que as vendas com origem em Portugal cresceram 11% no ano passado.

Segundo a publicação especializada, as razões para tal fenómeno já não estão só reduzidas aos vinhos verdes e rosés, antes reflectindo a enorme expansão da procura turística que tem tido Portugal como destino e o Douro como um dos principais pólos de promoção e atracção. Ou seja, a procura de vinhos lusitanos em França não se limita à comunidade de cerca de um milhão de portugueses ali residentes. «A promoção faz-se através dos turistas franceses que visitam Portugal e que, de regresso a casa, procuram consumir produtos que provaram durante a estadia», explica a revista, citando Paulo Pereira, um dos proprietários da Agribéria, empresa que importa produtos alimentares de vários países para França, e co-proprietário da Quinta da Pacheca juntamente com Maria do Céu Gonçalves.

Os dados do Turismo de Portugal vão ao encontro dessa tendência, nomeadamente quando apontam uma subida de mais de 60% no número de turistas franceses a visitar Portugal nos anos recentes, chegando a superar os espanhóis nalguns casos.

Daí que seja natural estarem as grandes superfícies comerciais francesas a apostar com mais força nos vinhos portugueses. Aliás, apontada pela "Rayons Boissons" como espaço de referência na venda especializada de vinhos estrangeiros na região de Paris, a Leclerc So Ouest de Levallois-Perret (92) criou mesmo uma zona especial dedicada aos vinhos do Douro, particularmente à marca da Pacheca. "Um caso a dar grande atenção", sublinha a revista.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015


Experiências, novidades e famosos
atraíram 21 mil pessoas à In Beauty




"Cumprimos os objectivos e até ultrapassámos as expectativas em termos de visitantes", aponta Carla Maia, directora da In Beauty-by Expocosmética - Feira Internacional de Cosmética, Estética e Cabelo, revelando que o evento atraiu cerca de 21 mil pessoas à MEO Arena, em Lisboa.
A feira, realizada ao longo de três dias, conjugou a vertente profissional com a do grande público e promoveu a divulgação do que há de novo ou vai marcar os próximos meses em termos de cores e técnicas de decoração de unhas, estética, cabeleireiro e cosmética. Equipamentos e serviços ligados a esse sector foram também alguns dos atractivos, a que se juntou a presença de caras conhecidas, como Andreia Rodrigues, Sara Salgado e Mariana Pacheco, entre muitas outras que "causam sempre grande sensação entre os visitantes".
"A par das empresas, a quem damos apoio com a In Beauty para promoverem os seus negócios, a afluência de visitantes é, obviamente, outra preocupação", declara Carla Maia. Para tal, a responsável explica que "o programa de iniciativas a decorrer ao longo da feira é um factor muito importante e, nesta terceira edição, reforçámos a possibilidade de o público ter acesso a experiências gratuitas que lhe gravam na memória ter valido a pena a visita".
Entre as experiências, destacaram-se os conselhos personalizados da fashion adviser Benedita Paes, as demonstrações de nail art e de hair beauty, bem como os desfiles da criadora Micaela Oliveira e da marca Mike Davis.
Outros momentos altos desta In Beauty foram o IV Campeonato de Nail Art, o “Grande Campeonato de Unhas” e dois shows protagonizados por Sérgio G., responsável pelos cabelos das estrelas brasileiras Débora Falabella, Alinne Moraes, Tânia Khalill, Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert em eventos de moda importantes como a São Paulo Fashion Week e o Hot Spot.
Satisfeita com o sucesso da terceira edição, onde registou a participação de expositores que não tinham estado no ano passado, Carla Maia avança ter já garantidas manifestações de interesse de várias empresas na presença no evento do próximo ano, que terá lugar em Outubro, novamente na MEO Arena.


Obra de Siza Vieira já atraiu
50.000 pessoas à Quinta do Portal


O armazém de estágio e envelhecimento de vinhos da Quinta do Portal, em Sabrosa, no vale do Douro, já atraiu a visita de 50.000 pessoas àquela região declarada Património Mundial. Inaugurada a 6 de Outubro de 2010, esta obra sofisticada e inovadora tem a assinatura do arquitecto Álvaro Siza Vieira e valeu-lhe mesmo o ‘Prémio de Arquitectura do Douro 2010/2011’, tendo-se transformado num dos ex-libris da propriedade, onde os materiais utilizados (xisto e cortiça) a enquadram harmoniosamente com a unidade enoturística da Quinta do Portal - a igualmente premiada internacionalmente ‘Casa das Pipas’ - e a deslumbrante paisagem de vinha a perder de vista.

Mais do que um simples armazém, a estrutura, que conquistou também o prémio ‘Best of Wine Tourism (Global Winner)’ na categoria Arquitectura e Paisagens, é um verdadeiro templo dedicado ao vinho e ao tempo. Com uma área de implantação de 2051 m2 e uma área de construção de 4722 m2 em aço e betão, reúne condições técnicas únicas para envelhecimento dos vinhos e esse tem sido outro dos factores de notoriedade que atraem potenciais clientes de vinho e turistas. Uns apenas visitam o armazém, enquanto outros desfrutam de alguns dias de descanso e aproveitam para contactar os vinhos Quinta do Portal e a gastronomia ali oferecida.

Aliás, a maioria dos visitantes sabe ao que vai: há várias excursões na região que têm a Quinta do Portal no seu roteiro, nomeadamente a visita ao armazém desenhado pelo arquitecto Siza Vieira. Trata-se, sobretudos de europeus, principalmente alemães, franceses, italianos, holandeses e espanhóis. Os portugueses representam cerca de 25% do total e a quinta recebe ainda um número muito significativo de brasileiros, canadianos e norte-americanos.

Desde a abertura do armazém, a Quinta do Portal notou um efeito assinalável na notoriedade da marca junto dos potenciais clientes de vinho, assim como de jornalistas e programas de televisão. A Casa das Pipas acaba por beneficiar indirectamente, já que, inserido no mesmo espaço, há um auditório de 70 pessoas, o que é relevante muitas vezes para grupos e empresas, juntando assim nas mesmas instalações a possibilidade de dormir (na Casa das Pipas), de fazer refeições (no restaurante da Quinta do Portal) e de fazer reuniões (no auditório do armazém).

As particularidades técnicas desta obra do prestigiado arquitecto no coração do Alto Douro Vinhateiro, pelas características de temperatura e humidade, vieram dar maior consistência ao tipo de trabalho que até há cinco anos era feito na adega. A Quinta do Portal tem agora possibilidades de deixar os vinhos repousar nas melhores condições técnicas que é possível proporcionar, potenciando a obtenção de vinhos de excelência que, além de uvas excepcionais, exigem um trabalho cuidadoso em todas as suas fases, a última das quais é o envelhecimento.

Dispor desta infra-estrutura única na região dá à Quinta do Portal uma situação claramente diferenciadora face aos concorrentes, além de que permite realizar outro tipo de eventos, sendo um dos locais onde se apresenta a Bienal de Gravura de Alijó e onde já foram feitos alguns workshops e aberturas do festival de cinema Douro Film Harvest.

Não obstante ter sido o auge do investimento de 15 milhões de euros realizado pela Quinta do Portal entre 2001 e 2010, a inauguração do armazém coincidiu também com o início da crise europeia das dívidas soberanas, fenómeno que se repercutiu desde logo a nível económico. Mas, se em 2009 ainda 70% das vendas da empresa eram feitas em produto de pequeno valor acrescentado e no mercado doméstico, passados cinco anos já 75% são dirigidas ao mercado externo e o preço médio por garrafa cresceu 43%, deslocando-se gradualmente de vinhos do Porto e moscatéis para vinhos DOC. Os prémios multiplicaram-se, o que não deixa de ter efeitos a prazo, pelo que, embora muito mais devagar, a empresa está consciente de estar a trilhar o caminho certo e que os efeitos de todo o investimento irão gradualmente dar resultados. Por isso, a Quinta do Portal considera que o armazém foi uma peça significativa desse mesmo investimento, cujo efeito vai perpetuar-se durante muitos anos.