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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Mágico Helder Guimarães actua pela primeira vez em Portugal depois de ter vencido duas vezes o «oscar da magia»



A magia de Helder Guimarães estará no Teatro do Bolhão, no Porto, terra-natal do artista português, de 14 a 17 de Janeiro com «Verso», um ensaio artístico que para lá da magia tem uma forte componente teatral e humorística. 

“É o espectáculo mais importante que concebi até hoje. Acredito que as pessoas vão pensar que tenho poderes que realmente não tenho. Existe um lado poético/cómico em agarrar a realidade, que sempre me atraiu”, desvenda Helder Guimarães, o único português com título de Campeão Mundial de Magia em mais de 70 anos de história da Federação International de Sociedades Mágicas.

A viver nos Estados Unidos da América há alguns anos, Helder Guimarães mantem uma forte ligação à cidade que o viu nascer e a estreia deste espectáculo no Porto, que o próprio considera o mais importante que alguma vez fez, deixa-o “muito feliz”. 

"«Verso» esteve pensado para estar em cena, primeiro, em Nova Iorque, mas à medida que Helder Guimarães foi trabalhando no projecto percebeu que era este o trabalho que gostava de mostrar ao seu país. No final do ano, o espectáculo irá estrear na Broadway em Nova Iorque, onde o mágico português enche as salas de espectáculo, muitas vezes batendo recordes de assistências e bilheteira."

Com 32 anos, o mágico português, que actualmente vive em Los Angeles, nos EUA, já venceu por duas vezes o Prémio de Mágico do Ano, na categoria de Magia de Salão, atribuído pela Academia de Artes Mágicas de Hollywood,

O seu último espectáculo, «Nothing to Hide» recebeu rasgados elogios da crítica especializada e conquistou espectadores como Eva Mendes, Maria Sharapova, Barbara Streisand, Steve Martin, Aziz Ansari, Ryan Gosling, JJ Abrahams, Zack Galafinakis, Jimmy Kimmel ou Aimee Mann. Após inúmeras repetições, assistências lotadas sem precedentes e quebrando vários recordes de bilheteria na Geffen Playhouse, em Los Angeles, o espectáculo entrou nos trilhos da Broadway.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Collove seleccionada pela Comissão Europeia
para integrar projecto Worth de design



A Collove foi a única marca portuguesa da área têxtil seleccionada para integrar o projecto Worth, concebido e desenvolvido pela Comissão Europeia para promover a interligação entre 78 pequenas e médias empresas e criadores dos vários países, num ambiente competitivo de conhecimento e de indústria. A Collove apresentou, em parceria com a designer britânica Nichole de Carle, a colecção Underactive, uma linha de moda shapewear (roupa criada para desenhar formas) a partir do conceito capsule collection (quando utilizadas entre si, as várias peças combinam).

O projecto Worth envolve mais de uma dezena de países europeus e de outros tantos criadores, no sentido de proporcionar oportunidades para o desenvolvimento de novos produtos, incentivar os designers a adoptar novas técnicas de criação e incentivar parcerias entre fabricantes e criadores.

A colecção Underactive resulta, assim, da fusão entre o traço criativo de Nichole de Carle, que “veste” celebridades como Jennifer Lopez ou Beyonce, e o elevado know how e experiência da Collove na produção de roupa interior de alta qualidade, caracterizada pelo conceito seamless. Esta e todas as outras criações irão estar em exposição brevemente, em Paris, no «Institut Français de la Mode».

A Collove é uma marca produzida pela Custoitex, uma empresa familiar 100 por cento nacional com elevado know-how na produção de collants e de roupa interior sem costuras. Há cerca de três anos avançou para a internacionalização, marcando presença consistente nos mercados norte-americanos e europeu. A família dedica-se a esta actividade desde 1976 e tem como responsável Sandra Morais, que em 2008 assumiu a gerência desta empresa, actualmente com 68 trabalhadores. Além da Collove, a Custoitex fabrica as marcas Coll e D’Ella, dedicando também particular atenção à produção das chamadas marcas brancas.

Quinta do Quetzal Reserva Tinto 2011 arrecada ouro
no concurso «Melhores Vinhos do Alentejo»



Uma medalha de ouro foi o prémio alcançado pelo Quinta do Quetzal Reserva Tinto 2011 na III edição do concurso «Melhores Vinhos do Alentejo», organizado pela Confraria dos Enófilos do Alentejo.

Este vinho tem valido à Quinta do Quetzal, produtor da Vidigueira, rasgados elogios em vários outros concursos de renome internacional, inclusive, outras medalhas de ouro, com a colheita de 2010, designadamente no ‘Mundus Vini’, no ‘Wine Master Challenge’, no ‘Vinalies Internationales’ e no ‘Ultimate Wine Challenge’, onde foi considerado «Extraordinário» e classificado com 95 pontos. 

Intenso, de cor vermelha-rubi e expressando frutos negros, envolvidos por tosta de madeira, apresenta igualmente notas de cacau e baunilha. É especialmente indicado para acompanhar carnes e peixes de longa duração. Nascido nos solos xistosos da Vidigueira, com a identidade do Alentejo bem vincada, tem a assinatura dos enólogos Rui Reguinga e José Portela

O júri foi constituído por um conjunto de especialistas da Câmara de Provadores da CVR do Alentejo, enólogos, escanções e um jornalista da imprensa especializada. 

Projecto vinícola Quinta do Quetzal

O projecto da Quinta do Quetzal nasce em 2002, com 45 hectares de vinha localizados na freguesia de Vila de Frades, Vidigueira. Trata-se de uma região com ligações milenares à produção de vinho. Nas imediações ficam as ruínas da vila romana de S. Cucufate, onde foi descoberta a mais antiga adega da Península Ibérica.

A adega da Quinta do Quetzal é um projecto arquitectónico dos arquitectos eborenses Filipe Nogueira Alves e Margarida Direitinho. A inspiração está, por um lado, na adega da vizinha vila romana de S. Cucufate, datada do sec. I d.C. e, por outro, nos silos de cereais típicos da região do Alentejo. Dessa inspiração nasceu a moderna adega da Quinta do Quetzal. Trata-se de uma adega redonda, definida por linhas puras e materiais contemporâneos. Na adega da Quinta do Quetzal, todo o processo de vinificação decorre num circuito que se inicia no topo da adega e termina na cave, aproveitando o efeito da gravidade, sem recurso a bombas mecânicas, mantendo a tradição e a ligação à história vitivinícola alentejana.