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quarta-feira, 22 de abril de 2015

Quinta do Quetzal Reserva Branco 2012
conquista ouro no Wine Masters Challenge


O vinho alentejano Quinta do Quetzal – Reserva Branco 2012 acaba de ser galardoado com a medalha de ouro no prestigiado «Wine Master Challenge», concurso mundial cuja 17.ª edição foi realizada no Estoril.
Na mesma competição, a sociedade agrícola Quinta do Quetzal arrebatou também duas medalhas de prata com os seus já muitos distinguidos Quinta do Quetzal - Reserva Tinto 2011 e Guadalupe Winemaker Selection 2011.
Esse triplo feito acabou por revelar-se um importante contributo para a região do Alentejo totalizar 146 pontos e vencer destacada o ranking 2015 das melhores regiões vinícolas de todo o mundo, à semelhança do que acontecera já nos dois anos anteriores.
O «Wine Master Challenge» registou desta vez um total de 5 186 vinhos de empresas e produtores independentes vindos de todos os continentes, dos quais foram aprovados para a final 3 458, devido ao seu carácter excepcional. Desses, seriam premiados 155, destacando-se a medalha de ouro conquistada pelo Quinta do Quetzal – Reserva Branco 2012, um vinho produzido exclusivamente a partir da mais nobre casta branca alentejana e muito típica da Vidigueira, o Antão Vaz.
O enriquecimento do seu palmarés vem confirmar o crescente prestígio granjeado por este produtor alentejano que, ainda recentemente, obteve uma importante distinção com o Quinta do Quetzal - Reserva Tinto 2011 no «Vinalies Internationales», um dos mais afamados concursos mundiais, que teve lugar em Paris, onde um júri de mais de 100 especialistas lhe atribuiu a medalha de ouro. 
O projecto da Quinta do Quetzal tem como impulsionador um casal holandês que, após quase três décadas de ligação a Portugal, decidiu em 2002 rentabilizar os 35 hectares de vinha localizados na freguesia de Vila de Frades, concelho alentejano da Vidigueira. Comercializa vinhos de mesa e licorosos com a marca Quinta do Quetzal e vinhos de mesa com a marca Guadalupe. 
A moderna adega da Quinta do Quetzal, um projecto dos arquitectos eborenses Filipe Nogueira Alves e Margarida Direitinho, foi inspirada nas ruínas da vila romana de S. Cucufate (Séc. I dC) - situada nas imediações da propriedade e onde foi descoberta a mais antiga adega da Península Ibérica -, bem como nos silos de cereais típicos da região do Alentejo, do que resultou uma adega redonda, definida por linhas puras e materiais contemporâneos.