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quinta-feira, 4 de junho de 2015

PSD reúne especialistas no Porto
para debater «Política de Saúde»


Vários elementos do PSD ligados ao setor da saúde e personalidades independentes vão debater, no próximo dia 6 de Junho, no Porto, «Política de Saúde», abordando todas as questões prementes que envolvem o futuro da saúde em Portugal, numa organização dos Trabalhadores Sociais Democratas.

O período de conferência/debate será dominado por duas figuras sobejamente conhecedoras do setor em Portugal: Rui Nunes, professor catedrático da Faculdade de Medicina do Porto e primeiro presidente da Entidade Reguladora da Saúde, e Regina Bastos, ex-secretária de Estado da Saúde. 

A sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde, a sua interligação com os serviços privados, a necessidade de maior regulação ou os desafios da gestão hospitalar serão temas a abordar neste encontro que tem lugar na Fundação Cupertino de Miranda e que contará, no arranque dos trabalhos, com a presença de Marco António Costa, vice-presidente e coordenador do PSD.

A estrutura do PSD no Porto procura assim junto do seus especialistas preparar as propostas legislativas a apresentar para este sector, perspectivando o futuro com políticas que permitam a sustentabilidade do sistema público de saúde.

Médicos, enfermeiros, psicólogos, administradores hospitalares, ex-bastonários e técnicos superiores de saúde fazem parte do painel de comentadores convidados, antevendo-se um debate vivo e enriquecedor sobre um dos pilares fundamentais do Estado Social.

Os trabalhos iniciam-se às 09h30 e têm o seu término agendado para as 13h00.

Quinta do Portal lança Black Pur, vinho exclusivo
inspirado nas invasões francesas
- bravura do Douro associada às castas Malbec e Cabernet Sauvignon


Um vinho épico que evoca um episódio das invasões francesas. A Quinta da Portal lançou uma edição especial limitada de um vinho diferente e ousado, especialmente concebido a pensar nos verdadeiros apreciadores e colecionadores. 
A apresentação à comunidade enófila teve lugar na secular Livraria Lello & Irmão, no Porto, onde os wine lovers tiveram a oportunidade de provar o “Black Pur 2012”, um produto diferente daquilo que o Douro e a Quinta do Portal costumam fazer, mas que atesta o que de bom o campo de ensaios do enólogo Paulo Coutinho tem vindo a colocar no mercado. Num ambiente intimista, este néctar foi servido com poesia evocativa ao vinho, numa simbiose que conquistou todos os presentes. 
O vinho recorre a duas castas não tradicionais do Douro, que raramente são usadas em consonância, mas que gozam de muitos adeptos a nível mundial: Malbec e Cabernet Sauvignon. Duas variedades francesas para compor um vinho que vai beber o seu nome a um episódio histórico em que o famoso general Louis-Henri Loison provou um poderoso vinho do Douro. Extasiado, chamou-lhe “Black Pur” e disse só temer aquele vinho. E tinha razões para isso, de tal forma ficou encantado com a prova que baixou a guarda, o que terá contribuído para ser derrotado pelas tropas e milícias lusas.
É essa capacidade de sedução, esse poder, que a Quinta do Portal tenta transportar para o “Black Pur 2012”, com uma base de Malbec (67%), muito usada nos melhores vinhos do mundo, incluindo chilenos e argentinos, a que Paulo Coutinho associa a Cabernet Sauvigon (33%), originária da que é tida como “a rainha das uvas tintas”.
De edição limitada a 999 garrafas, este é um vinho de cor negro-violeta, mostra um nariz de flores bem secas e aromas de fruto preto com groselha e cereja. Na boca, revela uma irrepreensível frescura com correcta acidez (5,6 g/l), estruturado e de elegante volume. Presta-se a ser bebido com grande prazer, pois o seu final é fresco, guloso mesmo. O “Black Pur 2012” resulta de uma vindima manual com uvas que foram maceradas em pequenos lagares, após o que ocorreu um envelhecimento de cinco meses em cascos de carvalho usados. O engarrafamento ocorreu em Dezembro de 2014, com rolha de cortiça natural.
Sendo um vinho jovem, pode ser saboreado em copo de vinho branco, para se perceber toda a sua exuberância aromática, ou num copo mais aberto que permite sentir a sua complexidade.
Ideal para acompanhar carnes vermelhas ou peixes gordos, este vinho está dirigido a verdadeiros conhecedores e estará disponível por um pvp de 30 euros/garrafa em garrafeiras selecionadas. 



Chef com mais estrelas Michelin no mundo
selecciona vinhos da Quinta da Pacheca



O Chef Joël Robuchon, profissional com maior número de estrelas Michelin no mundo, seleccionou dois dos vinhos durienses produzidos pela Quinta da Pacheca para enriquecer a carta do seu restaurante mais conhecido em Paris e oferecer um maior leque de opções na harmonização com os pratos ‘gourmet’.
O "L' Atelier de Joël Robuchon" na capital francesa vai passar a servir o "Pacheca Grande Reserva Touriga Nacional 2011", um tinto de aroma muito austero, com fruto maduro mas conservando frescura, com muito bom corpo, tanino firme e sólido, estilo forte e vigoroso mas sem perder a finura, características que irão valorizar o equilíbrio de uma das ementas parisienses mais procuradas.
Tendo em conta a importância de um excelente vinho para acompanhar uma refeição, o famoso Chef, que é conhecido pela suprema exigência implementada nos seus quase 30 restaurantes espalhados pelo globo, dedica à carta de vinhos meticulosa selecção idêntica à dos ingredientes utilizados na cozinha. Decidiu, por isso, passar a disponibilizar também o "Pacheca Porto Tawny 30 Anos", resultante de um lote de vários vinhos do Porto envelhecidos em cascos de carvalho ao longo de muitos anos. Este vinho apresenta-se com um nariz elegante, combinando aromas de frutos secos e complexas notas de chocolate, caramelo amanteigado e madeira fina de carvalho, e pode ser bebido refrescado como aperitivo ou no fim da refeição, acompanhando queijos ou sobremesas de chocolate negro ou frutos vermelhos.
Já com forte presença nos mercados externos, os vinhos Quinta da Pacheca conseguem com este reconhecimento de qualidade mais um atestado de nível internacional com a assinatura de um chef com a projecção de Joël Robuchon: trata-se do detentor do maior número de estrelas Michelin em todo o mundo, num total de 28, das quais nove conquistadas num mesmo ano. 
Joël Robuchon, que aos 15 anos abandonou o seminário para se iniciar como aprendiz de cozinha no "Relais de Poitiers", construiu uma carreira dedicada à culinária, que inclui vários programas pioneiros na televisão francesa e um império de restaurantes, bares e casas de tapas em diferentes continentes. Aos 16 anos, participou pela primeira vez numa competição de cozinha e ganhou o primeiro prémio. Aos 29, comandava os 90 cozinheiros do hotel Concorde-Lafayette, em Paris, e no ano seguinte conquistava a sua primeira estrela Michelin. No ano seguinte, somou-lhe outra e no outro mais outra, algo nunca sucedido até então. Em 1981, abriu o seu próprio restaurante em Paris, o "Le Jamin", e oito anos passados foi considerado "Chef do século". Em 1994, abriu um restaurante com o seu próprio nome, que no mesmo ano foi eleito melhor restaurante do mundo pelo «International Herald Tribune».
O conceito/marca "Atelier Joël Robuchon", a que agora se associam os vinhos Quinta da Pacheca, reúne inspirações como o sushi ou as tapas e foi lançado em 2003, tendo começado com um restaurante em Paris e outro em Tóquio, mas está hoje presente em todo o mundo. O "Chef dos chefs" tem estabelecimentos de Singapura a Las Vegas, passando pelo Mónaco, Nova Iorque, Hong Kong, Macau e Londres, entre os quais três restaurantes com três estrelas Michelin. Em 2014, abriu um "Atelier Joël Robuchon" em Banguecoque e um restaurante gastronómico em Bordéus, com o qual espera juntar mais três estrelas Michelin ao seu palmarés.
Tendo completado recentemente 70 anos de idade, no passado dia 7 de Abril, Joël Robuchon tem prevista para o período 2015/2017 a abertura de novos "Ateliers" em Xangai, Nova Iorque, Montreal, Bombaim, Genebra e Miami.