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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Collove seleccionada pela Comissão Europeia
para integrar projecto Worth de design



A Collove foi a única marca portuguesa da área têxtil seleccionada para integrar o projecto Worth, concebido e desenvolvido pela Comissão Europeia para promover a interligação entre 78 pequenas e médias empresas e criadores dos vários países, num ambiente competitivo de conhecimento e de indústria. A Collove apresentou, em parceria com a designer britânica Nichole de Carle, a colecção Underactive, uma linha de moda shapewear (roupa criada para desenhar formas) a partir do conceito capsule collection (quando utilizadas entre si, as várias peças combinam).

O projecto Worth envolve mais de uma dezena de países europeus e de outros tantos criadores, no sentido de proporcionar oportunidades para o desenvolvimento de novos produtos, incentivar os designers a adoptar novas técnicas de criação e incentivar parcerias entre fabricantes e criadores.

A colecção Underactive resulta, assim, da fusão entre o traço criativo de Nichole de Carle, que “veste” celebridades como Jennifer Lopez ou Beyonce, e o elevado know how e experiência da Collove na produção de roupa interior de alta qualidade, caracterizada pelo conceito seamless. Esta e todas as outras criações irão estar em exposição brevemente, em Paris, no «Institut Français de la Mode».

A Collove é uma marca produzida pela Custoitex, uma empresa familiar 100 por cento nacional com elevado know-how na produção de collants e de roupa interior sem costuras. Há cerca de três anos avançou para a internacionalização, marcando presença consistente nos mercados norte-americanos e europeu. A família dedica-se a esta actividade desde 1976 e tem como responsável Sandra Morais, que em 2008 assumiu a gerência desta empresa, actualmente com 68 trabalhadores. Além da Collove, a Custoitex fabrica as marcas Coll e D’Ella, dedicando também particular atenção à produção das chamadas marcas brancas.

Quinta do Quetzal Reserva Tinto 2011 arrecada ouro
no concurso «Melhores Vinhos do Alentejo»



Uma medalha de ouro foi o prémio alcançado pelo Quinta do Quetzal Reserva Tinto 2011 na III edição do concurso «Melhores Vinhos do Alentejo», organizado pela Confraria dos Enófilos do Alentejo.

Este vinho tem valido à Quinta do Quetzal, produtor da Vidigueira, rasgados elogios em vários outros concursos de renome internacional, inclusive, outras medalhas de ouro, com a colheita de 2010, designadamente no ‘Mundus Vini’, no ‘Wine Master Challenge’, no ‘Vinalies Internationales’ e no ‘Ultimate Wine Challenge’, onde foi considerado «Extraordinário» e classificado com 95 pontos. 

Intenso, de cor vermelha-rubi e expressando frutos negros, envolvidos por tosta de madeira, apresenta igualmente notas de cacau e baunilha. É especialmente indicado para acompanhar carnes e peixes de longa duração. Nascido nos solos xistosos da Vidigueira, com a identidade do Alentejo bem vincada, tem a assinatura dos enólogos Rui Reguinga e José Portela

O júri foi constituído por um conjunto de especialistas da Câmara de Provadores da CVR do Alentejo, enólogos, escanções e um jornalista da imprensa especializada. 

Projecto vinícola Quinta do Quetzal

O projecto da Quinta do Quetzal nasce em 2002, com 45 hectares de vinha localizados na freguesia de Vila de Frades, Vidigueira. Trata-se de uma região com ligações milenares à produção de vinho. Nas imediações ficam as ruínas da vila romana de S. Cucufate, onde foi descoberta a mais antiga adega da Península Ibérica.

A adega da Quinta do Quetzal é um projecto arquitectónico dos arquitectos eborenses Filipe Nogueira Alves e Margarida Direitinho. A inspiração está, por um lado, na adega da vizinha vila romana de S. Cucufate, datada do sec. I d.C. e, por outro, nos silos de cereais típicos da região do Alentejo. Dessa inspiração nasceu a moderna adega da Quinta do Quetzal. Trata-se de uma adega redonda, definida por linhas puras e materiais contemporâneos. Na adega da Quinta do Quetzal, todo o processo de vinificação decorre num circuito que se inicia no topo da adega e termina na cave, aproveitando o efeito da gravidade, sem recurso a bombas mecânicas, mantendo a tradição e a ligação à história vitivinícola alentejana.