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quarta-feira, 2 de março de 2016

Quinta do Portal rejuvenesce perfil 
do vinho do Porto com o seu novo ‘White Port 10 anos’!



Fresco, equilibrado e especiado, o Quinta do Portal White Port 10 anos é a mais recente novidade deste produtor duriense, que os seus responsáveis acreditam ser um contributo importante para a renovação do perfil dos vinhos do Porto.

Há já algum tempo que a equipa de enologia da Quinta do Portal, liderada por Paulo Coutinho, tem vindo a introduzir novas referências no seu portefólio de vinhos, oferecendo ao mercado produtos diferenciados com o intuito de conquistar novos consumidores.

Este Quinta do Portal White Port 10 anos enquadra-se dentro dessa filosofia, pretendendo ganhar espaço entre os novos consumidores, por norma mais predispostos a aderir a produtos novos, mas mantendo aquilo que é a traça e o carácter do vinho que mais celebriza o Douro internacionalmente: o vinho do Porto. Este é, no entanto, um Porto especial, que, nas notas do enólogo Paulo Coutinho, “impressiona pela harmonia entre a complexidade de um vinho velho, com especiarias e frutos secos, e a sua frescura, marcada por fruto amarelo e notas florais”. Apresenta-se de cor dourada brilhante e revela “uma bela acidez em boca, a equilibrar o carácter final mais melado e especiado, terminando longo e fresco, a convidar a um próximo trago”.

Este vinho, fresco e jovial, provém de várias castas tradicionais da Região Demarcada do Douro, tais como a Malvasia Fina, a Gouveio ou a Rabigato e a vindima foi feita com corte manual, tendo envelhecido em cascos de madeira velha até ao engarrafamento. Com um teor de álcool de 20% deve ser servido ligeiramente fresco com os tradicionais doces de ovos ou queijos, mas é também uma excelente bebida para servir em convívios sociais, por exemplo como vinho de companhia após o jantar. Foram colocadas no mercado 12 mil meias garrafas, o que permite um consumo na totalidade, em qualquer convívio familiar ou de amigos. O preço recomendado de venda ao público é de 13,50 euros.

A Quinta do Portal ofereceu ao mercado nos últimos anos várias referências novas, algumas completamente inovadoras, na senda daquilo que é o posicionamento da empresa no contexto da produção vinícola. Exemplo disso é o Portal Fémina Doce, que inaugurou a categoria de vinhos DOC Douro Doce e que já ganhou seguidores entre o público jovem e feminino. O mesmo aconteceu com o Portal Black Pur, uma edição especial limitada de um vinho ousado, especialmente produzido a pensar em colecionadores, ou o Quinta do Portal Verdelho & Sauvignon, que junta duas castas distintas não originárias do Douro, mas que é vinificado com o saber que só o Douro tem.

A Quinta do Portal

Localizada na Região Demarcada do Douro, mais precisamente em Celeirós do Douro, no vale do rio Pinhão, a Quinta do Portal dedica-se à produção de vinhos DOC Douro, vinhos do Porto de categorias especiais e Moscatel do Douro, tendo sido distinguida pela Wine & Spirits como uma dos 100 top Winery of the World. Possui, ainda, um complexo enoturístico constituída por duas unidades hoteleiras de charme, a Casa das Pipas e a Casa do Lagar e um armazém de envelhecimento de vinhos desenhado pelo arquitecto Siza Vieira. Aos seus visitantes, disponibiliza também uma sala de visitas para provas e um restaurante, comandado pelo talentoso chef Milton Ferreira, que privilegia a cozinha e os produtos tradicionais portugueses. 


Rui Nunes avança para a liderança da Secção
Regional Norte da Ordem dos Médicos



Rui Nunes, médico e professor catedrático da Faculdade de Medicina do Porto, é candidato à presidência da Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos.

O anúncio do também presidente da Associação Portuguesa de Bioética surge na sequência de uma série de apelos de profissionais médicos de todo o país e de todas as especialidades, para que possa pôr a sua vasta experiência em todos os domínios da saúde ao serviço dos médicos, numa altura em que a profissão se depara com uma série de desafios novos.

«Dignidade e afirmação» será o lema de uma candidatura que sabe que nos últimos anos, o exercício da profissão médica passou a estar "sob forte escrutínio social", defendendo Rui Nunes que "as fortes restrições sociais e económicas que o País e os serviços de saúde sofreram nos últimos anos ditaram até dificuldades na boa aplicação das práticas médicas". As questões da formação de jovens médicos são particularmente acarinhadas por Rui Nunes, numa altura em que pela primeira vez existem médicos a ficar no desemprego, uma situação inédita.

Outra das grandes preocupações da sua candidatura prende-se com as questões éticas e deontológicas, tema em que é uma das pessoas mais habilitadas do País, por força de há muitos anos ser presidente da Associação Portuguesa de Bioética. "A interpelação sistemática dos valores que orientam a profissão médica é uma preocupação crescente", revela Rui Nunes, que tem assumido particular protagonismo na recente discussão sobre a legalização da eutanásia, que estará em breve na agenda política, colocando uma série de questões delicadas aos médicos.

Estes são pontos fortes de uma candidatura que apresentará muito em breve de forma exaustiva todo o programa que submeterá ao sufrágio dos médicos do Norte, no acto eleitoral que está marcado para o final do corrente ano.

Grande impulsionador do Testamento Vital e primeiro presidente da Entidade Reguladora da Saúde, Rui Nunes preside hoje ao Conselho Consultivo da instituição e à Direcção da Associação Portuguesa de Bioética; é director do Departamento de Ciências Sociais e Saúde da Faculdade de Medicina do Porto, onde lecciona, e integrou o Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (2003-2009), sendo também actualmente coordenador do Conselho Nacional para o SNS da Ordem dos Médicos. É ainda membro do Kennedy Institute of Ethics (EUA), do Hastings Center (EUA), da Biopolitics International Organization (Grécia) e da Academia Portuguesa de Medicina, bem como da International Society on Priorities in Health Care (Reino Unido) e da European Health Management Association. Coordena o Programa Porto Cidade de Ciência e foi administrador da Fundação Ciência e Desenvolvimento (Câmara Municipal do Porto) entre 2009-2013. Tem publicados 20 livros, entre os quais “Regulação da Saúde” e “Testamento Vital”, 190 trabalhos e pareceres e fez mais de 900 comunicações científicas em congressos e seminários, nacionais e estrangeiros.