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terça-feira, 29 de maio de 2018

Global Wines arrasa no «Dão Primores»

- Concurso «Vinhos de Portugal» também atribuiu ao «Casa de Santar Reserva Tinto 2013» Grande Ouro e Ouro ao «Cabriz Touriga Nacional Branco 2017»


Global Wines arrecadou o maior número de medalhas de ouro no concurso «Dão Primores», uma organização da Comissão Vitivinícola Regional do Dão (CVR do Dão), tendo ainda vencido o prémio “Grande Vinho do Dão”.
Assim, o “Grande Vinho do Dão” da colheita de 2017 é um Paço dos Cunhas tinto, vinho pelo qual, segundo o enólogo Osvaldo Amado “a empresa tem um carinho muito especial, uma vez que nele está bem patente o terroir e o carácter do Dão”. Intenso, elegante e harmonioso, com imenso potencial, segundo as notas do diretor de enologia da Global Wines, só deverá chegar ao mercado a partir do ano 2021.
Numa cerimónia realizada no Solar do Vinho do Dão, em Viseu, em que participaram 51 produtores regionais, coube à Global Wines ficar com 14 medalhas de ouro, seis para vinhos brancos e oito para vinhos tintos.

Ouro no Concurso «Vinhos de Portugal»
Mais de 1300 vinhos estiveram em prova no Concurso «Vinhos de Portugal», que distinguiu 16 dessas referências com o valioso prémio ‘Grande Ouro’. Uma dessas medalhas recaiu no «Casa de Santar Reserva tinto 2013», mas também o irreverente «Cabriz Touriga Nacional branco 2017» ganhou uma medalha de ‘Ouro’, atestando a consistência de qualidade dos vinhos com a chancela Global Wines. Neste Concurso, a Global Wines viu ainda outros dos seus vinhos arrecadarem seis medalhas de prata.
Estes galardões levam a que estes dois vinhos reservem lugar em alguns dos maiores certames internacionais da especialidade no decorrer deste ano, designadamente a «ProWine Shanghai», o «Romantic Encounter» do Japão, o «Campus Hamburgo» e as Provas de Varsóvia, Luanda, Zurique, Nova Iorque e Oslo.
Resta referir que o concurso «Vinhos de Portugal» é uma das grandes apostas do Plano de Promoção que a ViniPortugal desenvolve ao longo do ano. Levar os produtores nacionais a apostarem na melhoria contínua da qualidade e continuar a elevar a notoriedade dos vinhos portugueses junto de influenciadores e decisores estrangeiros que se deslocam até ao nosso país são os objetivos principais desta iniciativa.

Sobre a Global Wines
Criada em 1990 como Dão Sul, a Global Wines é hoje líder incontestada na região do Dão, detendo actualmente diversas marcas e quintas que, para além do Dão, lhe permitem actuar noutras das principais regiões vinícolas portuguesas, nomeadamente Douro, Bairrada, Estremadura e Alentejo, bem como no Vale de S. Francisco, no Brasil. Os diversos vinhos com a chancela Global Wines têm somado consecutivamente prémios nacionais internacionais e conquistando por isso o reconhecimento e a preferência dos consumidores, posicionando-se como como vinhos incontornáveis no panorama mundial.

Rui Nunes, presidente da Associação Portuguesa de Bioética

Eutanásia: antes de legislar, vamos debater e referendar!


1-  A Associação Portuguesa de Bioética, à semelhança do que fez na altura em que o tema da eutanásia entrou na agenda política, reafirma que esta matéria deveria ter sido alvo de um amplo debate na sociedade portuguesa e não circunscrever-se ao Parlamento.
2-  Legislar sobre esta matéria apressadamente, pode ser um caminho sem retorno, quando boa parte dos portugueses continua sem saber o que é a eutanásia, a morte assistida, o testamento vital, distanásia, ou ortotanásia. Por isso, esta associação volta a apelar para que se realize um referendo, preferencialmente depois de eleições legislativas, onde todos os partidos possam dizer aos eleitores o que pensam sobre este tema, coisa que não aconteceu no último sufrágio.
3-  Seria muito mais oportuno legislar sobre esta matéria depois da legitimidade conferida por um referendo e depois do País estar dotado de uma boa rede de cuidados paliativos.
4-  A montante, existem muitas matérias sobre as quais o debate foi praticamente nulo. Nomeadamente a questão ética, defendendo esta associação que para a legislação avançar será necessário alterar o Código Deontológico dos Médicos. Neste momento uma despenalização desta prática choca com os preceitos do código deontológico e do Juramento de Hipócrates, pelo que uma solução poderia passar por retirar do Código Deontológico da Ordem dos Médicos o artigo referente à proibição da eutanásia, tornando-o neutro, e remetendo qualquer decisão para o domínio da consciência individual do médico.